Imagem de atividade Baile, Batuques e Bebês
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Baile, Batuques e Bebês

14 Bis

Duração: 120 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Conveniência - Piso Térreo

Data e horário

De 04/04 a 26/04

04/04 • Sábado e Domingo • 10h30
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Vivências sonoras voltadas a bebês e suas pessoas cuidadoras inspiradas nos bailes black, no samba e no jongo.

Nesta proposta, tocar, cantar e dançar são entendidos como tecnologias ancestrais negras de manutenção da vida, do afeto e do vínculo, elementos estes que qualificam experiências e aprendizados da primeiríssima infância. Garantir às infâncias experiências de cuidado, presença e pertencimento desde os primeiros anos é reconhecer o corpo, o som e o movimento como fundamentos do desenvolvimento sensível, cultural e emocional de crianças e adultos.

Por meio de ritmos, brincadeiras e encontros intergeracionais, as vivências fortalecem laços, memórias e a continuidade dos saberes ancestrais.

Cronograma:

04/04 – Baile e Balanço

05/04 – Samba, Sambô

11/04 – Samba, Sambô

12/04 – É na roda de jongo que o mundo gira

18/04 – Baile e Balanço

19/04 – É na roda de jongo que o mundo gira

25/04 – Samba, Sambô

26/04 – É na roda de jongo que o mundo gira

Baile e Balanço Inspirada nos bailes black, com discotecagem ao vivo, a vivência convida cuidadores e bebês a balançarem juntos seus corpos, fortalecendo vínculo, escuta e presença por meio da música e do movimento. Samba, Sambô Vivência sonora baseada nas rodas de samba, com instrumentos, cantos e palmas, promovendo a experiência coletiva do ritmo, da escuta e do encontro entre gerações. É na roda de jongo que o mundo gira Um convite para cuidadores e bebês a cantar, tocar e dançar o jongo, reconhecendo a roda como espaço ancestral de aprendizado, cuidado e celebração. — Auí Produções é um junteiro de artistas que fomenta produções, ações educativas e processos artísticos a partir de referenciais negros, periféricos e ancestrais. Atua na criação de vivências, oficinas e projetos que articulam arte, educação e memória, em diálogo com comunidades e territórios populares. Suas ações ativam o corpo, a oralidade e a imaginação como práticas de cuidado, criação coletiva e invenção de futuros, entendendo o fazer artístico como ferramenta de fortalecimento comunitário e transformação social.

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