Duração: 120 minutos
atividade online
A atividade investiga o corpo como dimensão central dos processos de aprendizagem, formação humana e produção de sentido. Desloca-se a ideia do corpo como mero objeto ou suporte cognitivo para compreendê-lo como lugar de presença, memória, afetos e saberes.
Em diálogo com matrizes africanas, afro-diaspóricas e indígenas, o curso articula educação, corporalidade e ética, estabelecendo interlocuções com a afrocentricidade de Molefi Kete Asante, com a noção de cosmopercepção de Oyèrónk¿¿ Oy¿wùmí e com perspectivas contracoloniais presentes no pensamento de Nêgo Bispo.
A proposta inclui práticas formativas que reconhecem o corpo como território de conhecimento e relação, em consonância com o conceito de estado de infância na afroperspectividade, entendendo a infância não como etapa cronológica, mas como disposição ética e sensível diante do mundo.
CONTEÚDO
Encontro 1 – 8/4
Afrocentricidade: localização e agência.
Encontro 2 – 10/4
Afroperspectividade, corpo e estado de infância. Duas formas de educar.
Renato Noguera, griot, doutor em Filosofia, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Leafro). Autor de Ensino de Filosofia e a Lei 10.639, entre outras obras.
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