Duração: 60 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Área de Convivência
Data e horário
De 24/04/2026 a 24/04/2026
Com Lilia Guerra, Jéssica Balbino e mediação de Viviane Onítàn
Conversa para refletir e discutir sobre o movimento literário no contexto periférico, visando ampliar o conceito de Literatura realizado por mulheres, além de reconhecer a importância da diversidade de vozes e de novas narrativas.
Lilia Guerra é autora da compilação de contos “Perifobia“, finalista do Prêmio Rio de literatura, e do romance “Rua do Larguinho”. Seu primeiro livro, “Amor Avenida”, originalmente lançado em 2014, foi reeditado em 2022, quando também foram impressos os três volumes da coleção “Novelas que escrevi para o rádio” e “Crônicas para colorir a cidade”. Em 2023, foi contemplada com o Prêmio Carolina Maria de Jesus pelo inédito “Cavaco do ofício”, reunião de contos. Lilia promove ações que incentivam o hábito da leitura e da escrita. Sobretudo, nos locais mais afastados do centro da cidade de São Paulo. “O céu para os bastardos” é seu mais recente romance, finalista do Prêmio São Paulo de literatura em 2024.
Jéssica Balbino é escritora, jornalista, curadora e mediadora cultural. Autora de Porca Gorda (considerado um dos melhores livros de 2025 por revistas especializadas), gasolina & fósforo e Traficando Conhecimento, é uma das vozes mais contundentes da literatura brasileira contemporânea ao articular corpo, dissidência, classe e linguagem. Mestre em Comunicação pela Unicamp, é colunista do Estado de Minas e criadora de conteúdo na Revista TPM. Professora de bibliodiversidade no Centro Assunção (PUC), ministra cursos e oficinas de escrita e mediação de leitura em instituições como Sesc, Itaú Cultural, escolas e festivais no Brasil. Curadora da Flipei. Integra júris de prêmios literários como Jabuti, Caminhos, Pallas, LOBA, etc e tem textos adotados em universidades no Brasil e no exterior, como a Universidade de Berlim, na Alemanha.
Viviane Onítàn é uma artista multifacetada e apaixonada pela riqueza das culturas afro-brasileiras e nativas, com um trabalho que transita entre a narração de histórias, a literatura, a pesquisa cultural e a educação antirracista. Desde os 8 anos, desenvolveu sua vocação pela palavra e, hoje, é reconhecida como uma tradicionalista da oralidade, brincante, palestrante, arte-educadora , pesquisadora, colunista de mídias negras e produtora cultural.
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