Data e horário
De 07/05/2026 a 07/05/2026
A roda de conversa propõe refletir sobre o protagonismo de mulheres em movimentos sociais que atuam na luta pela terra, pela reforma agrária, pela soberania popular na mineração e por transformações sociais no Brasil. Com participação de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), atuantes no estado de São Paulo, o encontro reúne experiências e perspectivas que evidenciam a atuação coletiva e a construção de caminhos políticos no território.
Essa atividade faz parte da 8ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária/1º Jornada pela Soberania Popular na Mineração no Brasil, uma pareceria entre o Sesc Franca e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) da Unesp Franca.
Minibio:
Karina Martins dos Santos é mulher negra da periferia de São Paulo, vindo de uma família que se aquilomba na zona leste, mas que parte de sua origem vem do Quilombo do Baú na região de Milho Verde – MG, sua vivência na periferia permitiu um olhar atento as injustiças sociais e enquanto uma sujeita negra, mulher e deficiente física se colocando na luta por direitos, teve vivências com as Comunidades Eclesiais de Base e a Pastoral da Juventude, momento este que se aproxima dos movimentos sociais urbanos e rurais, especificamente com Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST, participa ativamente como militante política, coordenadora do coletivo de cultura e secretária estadual da organização até 2010. Construiu uma trajetória no campo das artes, contribuindo na organização dos coletivos de teatro de São Paulo em diálogo com os movimentos sociais e participa do Coletivo de Teatro Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Arte até 2019. Graduada em Filosofia pela Universidade Metodista de São Paulo (2009), com extensão em Diálogos entre filosofia, cinema e humanidades (2012), pela PUC – SP e extensionista Introdução aos Estudos de África – USP (2019), tem construindo uma vida de docente junto à prática militante e hoje é dirigente política do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração – MAM e professora da educação básica de Filosofia e Sociologia nas escolas: Escola Estadual Professora Irene de Lima Paiva (São Paulo) e Colégio Parthenon (Guarulhos), além da atuação no campo da Filosofia e Sociologia, os debates que realiza e estuda tem como eixo central: racismo estrutural, raça, classe e gênero, mineração, arte e cultura e racismo ambiental.
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