A atividade propõe uma vivência sensorial e simbólica a partir dos saberes populares brasileiros e das cosmovisões afro-brasileiras e indígenas, que reconhecem as ervas como elementos de cuidado, proteção e memória cultural. Ao longo da história, o uso das ervas atravessa gerações como forma de transmitir conhecimento, afeto e relação com a natureza.
A atividade inicia com uma breve conversa mediada sobre o papel das ervas na cultura popular – presentes em benzimentos, chás, defumações, cuidados cotidianos e rituais domésticos – sempre a partir de uma abordagem cultural, não religiosa e não medicinal.
Em seguida, os jovens são convidados a conhecer, tocar e sentir diferentes ervas secas, refletindo sobre seus cheiros, texturas e significados simbólicos. Cada participante constrói sua própria troxinha utilizando tecidos, ervas e amarrações, atribuindo à criação uma intenção simbólica, como cuidado, proteção, equilíbrio ou fortalecimento de caminhos.
A vivência finaliza com uma roda de partilha, em que os jovens podem nomear suas troxinhas e compartilhar os sentidos atribuídos à experiência, promovendo escuta, conexão e valorização das tradições culturais transmitidas entre gerações.
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.