Foto: Sergio Fernandes
Foto: Sergio Fernandes

Movimento I, parado é suspeito e Movimento II, Kodex Konflikt

Com Mario Lopes, coreógrafo

Sorocaba

AL

atividade presencial

Grátis

Local: Teatro

Grátis. Retirada de ingressos 1 hora antes.

Datas e horários

21/05 • • 10h00
23/05 • • 20h00
Foto: Sergio Fernandes
Foto: Sergio Fernandes

Os Movimentos I e II integram o projeto Afrotranstopia – Movimentos Coreográficos, obra em três atos complementares, que estrearam em tempos e contextos diferentes e que aprofundam em uma pesquisa extensa realizada pelo artista, coreógrafo e pesquisador Mario Lopes. Nessa apresentação em dois atos, o público poderá assistir aos espetáculos Movimento I, parado é suspeito (2014) e Movimento II, Kodex Konflikt (2018). 

 

Movimento I, parado é suspeito 

A obra coreográfica explora dar som ao corpo e corpo ao instrumento, partindo de ecos do passado que ressoam no presente. Os movimentos seguem comandos que suprimem o batimento cardíaco, silenciam palavras que buscam se manifestar e revelam o poder da contação de histórias. Inspirado na frase encontrada na Academia de Polícia Militar dos anos 1990, “Negro parado é suspeito, negro correndo é ladrão”, o espetáculo denuncia os alarmantes números do extermínio da população negra e o racismo estrutural presente nas instituições policiais. A obra evidencia como estereótipos persistem sem questionamento, perpetuando a associação equivocada de pessoas negras com criminalidade. 

Ficha técnica: 

Direção: Mario Lopes 

Concepção: Denilson Oliveira e Mario Lopes 

Assistente de direção: Toshiko Oiwa 

Trilha sonora: Denilson Oliveira, Lenna Bahule e Ota Carvalho 

Interpretação: Denilson Oliveira, Lenna Bahule, Mario Lopes e Paulo Monarco 

Orientação coreográfica e preparação corporal: Toshiko Oiwa 

Concepção de luz: Maria Druck 

Pesquisa e provocações: Isabel Hölzl e Regina Garcia 

Vídeo: Victor Pardinho 

Câmera e fotografia: Danilo Carneiro 

Duração: 45 min. 


Intervalo: 15 min. 


Movimento II: Kodex Konflikt  

Movimento II é uma peça de dança que investiga o impacto no corpo em contextos estranhos, os códigos sociais de comportamento, os processos de adaptação física e os momentos de confronto com o corpo percebido como estranho, seja pela linguagem, cor da pele ou modos de ser. Aqueles que são reconhecidos como estrangeiros (pelo idioma, aparência e hábitos) buscam estratégias de camuflagem que lhes permitam se adequar e penetrar nas “normas”. 

Ficha técnica: 

Diretor e performer: Mario Lopes 

Performers: Malu Avelar, Guinho Nascimento, Verônica Santos, Jô Pereira 

Kley Hudson e Marilou Fortuné (participação especial) 

Músicos: Lenna Bahule – cantora, Denilson Oliveira – baterista e Paulo Monarco – guitarrista 

Programação APC: Jovem Palerosi 

Iluminação: Maria Druck 

Direção técnica: Welisson Foguinho 

Figurino: Du Carmo 

Audiovisual: João Prehto 

Fotografia: Sérgio Fernandes 

Social Media: Aimée Vieira 

Produção: Alakoro Produções 

Coordenadora de produção: Mari Rocha 

Duração: 45 min. 

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