Foto: divulgação
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Lançamento do livro “Outros Navios: Eustáquio Neves”

Com Eder Chiodetto e Eustáquio Neves

Biblioteca Pompeia

Pompeia

Duração: 120 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Área de Convivência

Data e horário

De 02/06/2026 a 02/06/2026

02/06 • Terça • 19h00
Foto: divulgação
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Publicado pelas Edições Sesc São Paulo com organização do curador Eder Chiodetto, o livro “Outros navios: Eustáquio Neves” apresenta a trajetória artística do fotógrafo mineiro Eustáquio Neves, um dos nomes mais importantes da arte brasileira contemporânea. Com 240 páginas ricamente ilustradas, a obra apresenta mais de quatro décadas da produção do artista, que desenvolveu uma linguagem visual singular para criar narrativas sobre a diáspora africana e a ancestralidade afro-brasileira.

 

Eder Chiodetto é mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo, curador de fotografia independente, fundador e publisher da Fotô Editorial e diretor do centro de estudos Ateliê Fotô, criado em 2011. Foi repórter-fotográfico (1991 a 1995), editor (1995 a 2004) e crítico de
fotografia (1996 a 2010) do jornal Folha de S.Paulo. Foi membro do conselho consultivo de artes e curador de fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo entre 2005 e 2021. Entre 2017 e 2020 foi mentor do programa Arte na Fotografia, no canal televisivo Arte1, voltado para a educação com uso de imagens fotográficas.

Eustáquio Neves é artista visual, brasileiro, autodidata nascido em Juatuba/MG. Vive atualmente em Diamantina/ MG, Brasil. A partir de 1989, pesquisa e desenvolve técnicas alternativas e multidisciplinares, manipulando negativos e cópias. Também pesquisa e desenvolve trabalhos em mídias eletrônicas incluindo a sequência e o movimento. Entre outras linhas de interesse aborda temáticas relativas à identidade e a memória da cultura afrodescendente com trabalhos de corte social e crítico, que muita às vezes nos leva a diversos níveis de leituras. As abordagem dos seus temas além do comprometimento em debater as questões do racismo estrutural enraizados no sistema, tenta resgatar preservar memória ancestrais em comunidades como os “Arturos” e das suas próprias heranças familiares adquiridas pelas oralidade e vivenciadas.

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