Mateus José Maria
Mateus José Maria

Corpo que Fala, Voz que Move

Com Fábio de Sá, Flip Couto, Luis Ferron e Miguel Rocha

Consolação

Duração: 120 minutos

14

atividade presencial

Grátis

Local: Centro de Pesquisa Teatral - 7º andar

Retirada de ingressos no local a partir das 14h

Data e horário

30/05 • • 15h00
Mateus José Maria
Mateus José Maria

A mesa propõe um espaço de escuta e reflexão sobre as manifestações artísticas, políticas e estéticas em corpos dissidentes. O corpo como campo expressivo atravessado por identidades, experiências e contextos diversos, o encontro reúne arte-educadores(as), participantes dos cursos e público em geral para discutir práticas cênicas que afirmam o corpo como instrumento de criação e expressão.

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Fábio de Sá
Cresceu e estudou em uma escola para surdos, depois foi incluído, no Ensino Médio, em uma escola regular com pessoas ouvintes. Sua atuação se divide em duas grandes esferas: Educacional e Artística. Cursou a capacitação para instrutores no Rio de Janeiro fornecido pela APADA, por 1 ano. Graduado em Letras-Libras, iniciou sua carreira no SENAC onde ministrou aulas de Libras no módulo Básico I, II e III. Com toda sua expertise criou uma apostila e aulas em DVD para esta instituição com foco no estudo e treino da Libras. Ingressou na escola Derdic, que é mantida pela Fundação São Paulo e vinculada academicamente à PUC-SP, como professor de Libras nos níveis básico, intermediário e avançado. Atuou em faculdades como: FIZO (universidade Integração Zona Oeste), Faculdade Anhanguera e com aulas à distância para a turma de pós graduação da Faculdade Atualiza. Na esfera artística realizou inúmeras oficinas em instituições como SESC, TK, K&K Libras e em algumas instituições religiosas. Ator, narrador. Desenvolve pesquisa poética em Libras a partir do conceito Visual Vernacular, e já se apresentou no Japão, França, Chile, Colômbia e Brasil. Ministrou workshops de VV- Visual Vernacular na Colômbia, Chile e Brasil (SC, MG e SP).

Flip Couto
A artista da dança, curador e gestor cultural, com mais de 25 anos de atuação na cultura Hip Hop. É reconhecido como Legendary na cultura Ballroom nacional e como figura importante nas artes cênicas e na vida noturna paulistana.
Como dançarino, integrou companhias como Discípulos do Ritmo e Cia. Sansacroma. É idealizador do Coletivo AMEM, diretor da AVoadoras e cofundador da Aliança Pró-Saúde da População Negra. É criador das obras Sangue (2016) e Okó: Maskulinidades Transatlânticas (2021).
Em 2025, foi curador convidado da Bienal Sesc de Dança, integrou equipes curatoriais do Theatro Municipal de São Paulo e da São Paulo Escola de Dança, e assinou a direção de movimento do musical Hip Hop Hamlet.
Bixa preta vivendo com HIV, investiga através e seus trabalhos o corpo como território político, poético e expressivo, atravessado por dissidências de gênero, racialidades, saúde e crise da AIDS.

Luis Ferron
Artista da dança, mantém sua linha de pesquisa focada em diversidades corporais e culturais como mote primordial destinado a criação cênica. Com a intenção de explorar potencialidades e expressividades artísticas, trás como característica principal o diálogo entre arte, espiritualidade e tradições encontradas em diversas formas das culturas brasileiras.
Nesse contexto, em especial: tambores, batuques e o carnaval como rito espetacular. Ao longo da sua carreira dirigiu projetos de criação e difusão da dança cênica desenvolvendo parcerias e criações junto a diversos grupos e artistas do território nacional.

Miguel Rocha
Sócio fundador e diretor da Companhia de Teatro Heliópolis. Entre os espetáculos que dirigiu, destacam-se A boca que tudo come tem fome (do cárcere às ruas) (2025) indicado ao Prêmio SHELL na categoria Cenário; Quando o Discurso Autoriza a Barbárie (2023) indicado ao Prêmio SHELL na categoria Música e ao Prêmio APCA na categoria Direção; Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos (2022) vencedor do Prêmio APCA na categoria Dramaturgia e indicado pela Direção, vencedor do Prêmio SHELL nas categorias Dramaturgia e Música além da indicação de Direção; vencedor do Prêmio Leda Maria Martins- Ancestralidade; indicado ao 11º Prêmio Governo do Estado de SP para as Artes de 2020; IN)JUSTIÇA (2019) Prêmio SHELL 2019 na categoria Música e Indicação ao Prêmio Aplauso Brasil 2019.

Grátis – Retirada de ingresso com 1h de antecedência

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