Duração: 120 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: sala 7
Com mais de 300 páginas e design de Celso Longo e Daniel Trench, o volume apresenta um ensaio biográfico de Charles Cosac e textos críticos de Andrea Giunta, Paulo Herkenhoff, Lucia Bertazzo e do próprio Ulloa. Destaca-se ainda a coordenação editorial assinada pelas experientes jornalistas e editoras Paula Alzugaray e Juliana Monachesi. A proposta da dupla entrelaça os ensaios e as obras catalogadas com documentos do arquivo do artista. São catálogos históricos, matérias de jornais, recortes de revistas, fotografias, registros de montagens, entre outros formatos.
“O livro mostra um Siron Franco total. Não só o pintor influente desde os anos 1970, mas também aquele que, historicamente, se preocupa com tudo o que se passa à sua volta”, afirma Ulloa.
De forma inédita, o livro apresenta uma seleção da série “Césio”, realizada após o desastre radiológico em Goiânia, em 1987. O conjunto foi definido pela crítica Bélgica Rodríguez como a “Guernica brasileira”, em referência à obra de Picasso.
A monografia também alcança a produção recente do artista, impactada pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Siron dedicou uma série de pinturas ao episódio, que agora dialogam com sua crônica política iniciada nos subúrbios de Goiânia há 60 anos.
Um dos nomes centrais da arte contemporânea brasileira, o goiano Siron Franco, 76, tem sua trajetória de seis décadas revista na monografia “Pensamento insubordinado”. Organizada pelo pesquisador espanhol Ángel Calvo Ulloa, a publicação é uma realização conjunta do Instituto TeArt e do Sistema Fecomércio Sesc Senac Goiás.
Conversa entre Ángel Calvo Ulloa (organizador e autor) e Juliana Monachesi (coordenadora editorial). Mediação de Rita Wirtti (diretora Instituto TeArt).
Com
Ángel Calvo Ulloa (Galiza, 1984), curador e escritor. Em 2024,
juntamente com Marta Mestre, foi curador de O Fantasma da Liberdade /
Anozero Bienal de Coimbra.Em 2020, em coautoria com Juan Canela, publicou o livro Desde lo curatorial. Conversaciones, experiencias y afectos, na coleção Paper, da Consonni (Bilbao). Atualmente, preparam juntos a 33.ª Bienal de
Pontevedra para 2027
Juliana Monachesi, crítica de arte, curadora independente, jornalista
especializada em artes visuais e mestre em Comunicação e Semiótica pela
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde defendeu, em 2006, a
dissertação “Quebra de padrão – Novos paradigmas para a crítica de arte no
contexto da cultura digital”, sob orientação da professora doutora Giselle
Beiguelman.
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