Cred: Gramaticas da Natureza
Cred: Gramaticas da Natureza

Territórios do milho

com Gramáticas da Natureza

24 de Maio

Duração: 180 minutos

16

atividade presencial

Grátis

Local: Oficinas - 6° andar

Entregas de senhas com 30 minutos de antecedência no local da atividade

Data e horário

De 19/06/2026 a 19/06/2026

19/06 • Sexta • 14h00
Cred: Gramaticas da Natureza
Cred: Gramaticas da Natureza

Nesta oficina, o milho é apresentado como uma planta de encontro, cuja aproximação histórica com os humanos produziu transformações profundas nos modos de viver, habitar e se organizar nas Américas. Ao longo de milhares de anos, essa relação coevolutiva articulou botânica, território, cozinha e ritual, fazendo do milho um agente ativo na conformação de paisagens agrícolas, calendários culturais e formas coletivas de vida. Do México mesoamericano à Amazônia e ao interior do Brasil, o milho atravessa culturas como um fio vivo que conecta saberes, técnicas e ecologias diversas.

Como prática, as pessoas participantes aprendem o preparo do aluá de milho, o cuscuz de milho cru fermentado e a nixtamalização e cocção de milho para tortilhas.

Vitor Barão é biólogo e Mestre em Ciências pelo Dpto. de Botânica da USP, fotógrafo e cozinheiro autodidata, atua como artista multidisciplinar entre as linguagens da arte, ciência, natureza, cozinha e tecnologia. É pesquisador, consultor e professor de biomimética, documentarista de processos criativos e co-fundador do Gramáticas da Natureza que atua com educação, ciência e poética.

Carolina Coronato é artista e educadora, desenvolve sua pesquisa e prática artística a partir da construção de cartografias – representações estético-poéticas de territórios subjetivos – lugares onde se materializam percepções e atravessamentos nascidos no encontro com e na natureza. É co-fundadora do Gramáticas da Natureza, abordagem que propõe modos poéticos de relação com o mundo natural.

Gramáticas da Natureza é uma plataforma que investiga modos de conhecer e experienciar a natureza. O projeto propõe residências, instalações, expedições, oficinas e banquetes performativos adotando as linguagens de arte e da ciência como pontes para a experiência. Em suas ações, o coletivo ativa formas de cuidado e construção de subjetividade a partir da relação entre paisagem, estética e compartilhamento.

A atividade faz parte do projeto Milho Maravilha, que tem como proposta celebrar o milho, cereal tão constitutivo das práticas alimentares dos povos latino-americanos.

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