Cred: Beta Bernardo
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Luiz Antonio Simas lê “Maldito invento dum baronete”

Ler à Luz da Lua

24 de Maio

Duração: 60 minutos

A16

atividade presencial

Grátis

Local: Piscina | 13° andar

Retirada de ingressos com 1h de antecedência.

Data e horário

10/06 • • 20h00
Cred: Beta Bernardo
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Em Maldito invento dum baronete: uma breve história do Jogo do Bicho, Luiz Antonio Simas investiga as origens e o desenvolvimento do Jogo do Bicho no Rio de Janeiro, realizando uma leitura que o apresenta como elemento fundamental da cultura popular. Ao acompanhar seu surgimento no fim do século XIX e seus desdobramentos ao longo do tempo, o livro examina personagens, ritos, narrativas e formas de organização que constituem a prática, situando-a no cotidiano da cidade e em um conjunto mais amplo de referências simbólicas, crenças e saberes vinculados às matrizes afro-indígenas presentes na formação cultural brasileira.

Integrando o projeto Ler à Luz da Lua, o autor realiza a leitura de trechos de Maldito invento dum baronete: uma breve história do Jogo do Bicho. O projeto promove leituras públicas mensais com artistas convidados, na piscina do Sesc 24 de Maio, localizada no topo dos 13 andares do edifício, com vista panorâmica para o centro de São Paulo e o céu da cidade.

Esta atividade contará com recurso de acessibilidade em Libras.

Sobre o autor
Luiz Antonio Simas é carioca, filho e neto de pernambucanos e alagoanas. Mestre em História Social pela UFRJ, é professor de história, educador popular, escritor, poeta e compositor, com mais de trinta livros publicados sobre culturas de rua do Brasil. Desde a publicação de seu primeiro livro, O vidente míope (Folha Seca, 2009), foi finalista do Prêmio Jabuti em três ocasiões, com Coisas nossas (José Olympio, 2017), O corpo encantado das ruas (Civilização Brasileira, 2019) e Sonetos de birosca e poemas de terreiro (José Olympio, 2022). Foi vencedor do Prêmio Jabuti – Livro do Ano de 2016, em parceria com Nei Lopes, por Dicionário da história social do samba (Civilização Brasileira, 2015).

Suas canções foram gravadas por artistas como Maria Rita, Marcelo D2, Criolo, Rita Benneditto e Fabiana Cozza. Atuou como curador das exposições Crônicas cariocas, no Museu de Arte do Rio, ao lado de Conceição Evaristo; Semba/Samba: corpos e atravessamentos, junto a Nei Lopes e com curadoria artística e projeto museográfico dos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad; e Aos heróis da liberdade, no Museu do Samba/RJ, com Gringo Cardia. Mantém há mais de quinze anos projetos populares de aulas públicas em ruas, praças, botequins, coretos, quadras de escolas de samba e terreiros.

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