atividade online
O jornalismo esportivo negro no Brasil surgiu nos anos 1920, dando visibilidade a atletas e à cultura afro-brasileira em meio à discriminação. Apesar dos avanços, apenas 10% dos jornalistas esportivos são negros, e persistem barreiras estruturais. Referências como Paulo Cesar Vasconcellos e iniciativas digitais como Afro Esporte e Ubuntu Esporte Clube mostram a força da representatividade, mas o setor ainda exige políticas de inclusão e diversidade para avançar na luta antirracista.
Programa
Dia 22/6 – Jornalismo negro – primeiro diálogo. Com Rafaelle Seraphim, jornalista e comentarista de futebol (Globo) e Marcos Luca Valentim, jornalista e comentarista esportivo (Globo). Ambos são fundadores do Ubuntu Esporte Clube.
Dia 24/6 – Jornalismo negro – segundo diálogo. Com Mylena Rodrigues Acosta, repórter da (Rede Brasil Sul TV e Natália Suellen Pereira da Silva, jornalista e membro da Rede Nordestina de Estudos em Mídias e Esporte (ReNEme).
Mediação de Ricardo Pinto dos Santos, doutor em História Comparada (UFRJ).
Minibiografias
Ricardo Pinto dos Santos – Doutor em História Comparada (UFRJ). Com diversos livros e artigos publicados, a mais de 20 anos se dedica a história do racismo no esporte. Sobre o tema,Teve sua Dissertação e Tese de Doutorado publicado em livros nos anos de 2014 e 2020, respectivamente. Ainda na sua trajetória, se dedica a projetos de Construção de Centro Memória Institucionais. Resultado dos seus trabalhos, foi agraciado com a Medalha do Pacificador, em 2020, e a Medalha da Ordem do Mérito Militar, Grau Cavalheiro, em 2024.
Rafaelle Seraphim – Jornalista e comentarista de futebol na Globo. Mestre em Comunicação pela UFRJ e co-criadora do projeto audiovisual Ubuntu Esporte Clube. Atua nas interseções entre comunicação, raça e gênero, ampliando narrativas e promovendo reflexões dentro e fora dos campos.
Marcos Luca Valentim – Jornalista e comentarista esportivo da Globo. Líder do Grupo Étnico-Racial da emissora e fundador do Ubuntu Esporte Club*, primeiro projeto multimídia da Globo produzido exclusivamente por jornalistas negros. Reconhecido com o Prêmio Mundo Negro de Jornalismo (2021), Prêmio Ubuntu de Cultura Negra (2022 e 2023), Moção Honrosa da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (2024) e o Título Hélio Gracie de Mérito Esportivo (2024).
Mylena Rodrigues Acosta – Jornalista formada pela Universidade Federal de Pelotas, especializada em Jornalismo e Redes Sociais. Repórter da RBS TV, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, com experiência anterior na Rádio Gaúcha, Esportes GZH e Peleja.
Natália Suellen Pereira da Silva – Jornalista e doutoranda em Ciências da Comunicação pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal). Pesquisadora do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, integra a coordenação do programa Mudjeris di li i di la: Género, Ancestralidade e Direitos. É membro da Rede Nordestina de Estudos em Mídias e Esporte (ReNEme) e do grupo de pesquisa em Jornalismo Esportivo da UFRGS.
As inscrições podem ser feitas a partir das 14h do dia 27/5 no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc ou através do nosso app. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.
O pagamento pode ser feito através do cartão de crédito, débito ou em dinheiro. Trabalhamos com as bandeiras Visa, Mastercard, Elo e Hipercard.
Ao término do curso, você poderá solicitar sua declaração de participação pelo e-mail declaracao.cpf@sescsp.org.br. A declaração será encaminhada em até 30 dias
O cancelamento poderá ser realizado com até 48 horas antes do início da atividade, por email: atendimento.cpf@sescsp.org.br
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