Foto: divulgação
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O movimento literário periférico para crianças

Com Marcelo D'Salete, Toni C e mediação de Fernanda Sousa

Ipiranga

L

atividade presencial

Grátis

Local: Convivência

Data e horário

27/06 a 27/06

27/06 • Sábado • 16h00
Foto: divulgação
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A Literatura periférica especificamente para crianças, no que diz respeito ao pertencimento, olha o território, reflete sobre o sentido das representatividades, de modo que a criança se descubra nas páginas de um livro, espelhos de sua própria narrativa e com infinitas possibilidades para imaginar não só o seu presente bem como o futuro.  

 

Marcelo D’Salete 
Autor de histórias em quadrinhos, ilustrador e professor. Estudou design gráfico, é graduado e mestre em artes plásticas. Publicou o álbum Cumbe (Veneta, 176 páginas, 2014), que aborda o período colonial e a resistência negra contra a escravidão no Brasil; Angola Janga – Uma história de Palmares (Veneta, 432 páginas, 2017) trata dos antigos mocambos da Serra da Barriga, mais conhecidos como Quilombo dos Palmares; A obra Encruzilhada (Veneta, 160 páginas), relançada em 2016, versa sobre violência, jovens negros e discriminação em grandes cidades; 
 
Toni C é artista multimídia, escritor, roteirista e pesquisador. Roteirista do documentário AmarElo – É Tudo Pra Ontem – Emicida (Netflix), Diretor do documentário É Tudo Nosso! O Hip-Hop Fazendo História e corroteirista do curta A Mais Bela História de Princesa. Autor da biografia Um Bom Lugar do rapper Sabotage, e dos livros: Hip-Hop: 50 Anos, 50 Crônicas, “O Hip-Hop Está Morto!”, Hip-Hop a Lápis, Literatura do Oprimido e Um Sonho de Periferia. 


Fernanda Sousa 
Bacharel e licenciada em Letras pela Universidade de São Paulo. Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo, com fomento da Fapesp. Ganhadora do Prêmio Tese Destaque USP de 2024, com a tese “A terrível beleza cotidiana do negro drama: uma leitura com e contra o arquivo da escravidão dos diários de Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus” na área de Letras, Linguística e Artes. Também foi premiada em 1º lugar na 6ª edição do concurso de ensaísmo da revista Serrote, com o texto “Dos pés escuros que são amados”.
 

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