Foto: Divulgação
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Luiz Ayrão

Belenzinho

Duração: 90 minutos

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atividade presencial

Local: Comedoria

Venda presencial a partir do dia 15/7, às 17h. Limite de 2 ingressos por pessoa.

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Autor de clássicos da música brasileira e Portelense de coração, deixou a advocacia pela música e completa 55 anos de carreira, com muitos amigos, muitos sucessos e muitas histórias.

Carioca do bairro do Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro, Luiz Ayrão nasceu em uma família de artistas. Nesse ambiente, desenvolveu o gosto musical. Morando em São Paulo aproximadamente há 20 anos.

Participou de várias fases da música brasileira desde a década de sessenta, começando quando surge a Jovem Guarda. Gravado como autor no primeiro disco de Roberto Carlos (CBS), teve outras composições gravadas por ícones da época. Roberto também gravou Nossa Canção (1967), e Ciúme de Você (1970). Estreou como cantor em 68 no festival O Brasil Canta no Rio, da TV Excelcior, quando a música Liberdade! Liberdade! foi censurada. Em 74, já contratado pela EmiOdeon, onde permaneceu por mais de uma década, lança Porta Aberta, uma declaração de amor à sua Escola de Samba Portela. No mesmo disco, outro grande êxito: No Silêncio da Madrugada. Nos anos seguintes novos discos são lançados batendo recordes de vendagens e músicas em destaque nas paradas de sucessos,como: Saudades da República, Bola Dividida, Os Amantes, (primeiro disco para América Latina), O Lencinho, Conto até Dez, Quero que Volte, Reencontro, O Lobo da Madrugada, Mulher à Brasileira, Amor Dividido, Bonequinha, Meu Canarinho – sucesso na Copa de 82, Águia na Cabeça, Separados, dentre outros.
Para celebrar os 50 anos de carreira em 2019 Luiz Ayrão voltou aos estúdios e reuniu um time de bambas para as gravações de seu mais recente álbum “Um Samba de Respeito”, lançado pela Universal Music em todas as plataformas digitais. São 7 sambas que exaltam esse ritmo genuinamente brasileiro, 6 composições inéditas. A primeira, “Tentação de Malandro”, bem das raizes do samba de breque, é cantado por uma trinca de ouro: Zeca Pagodinho, Zeca Baleiro e Ayrão. Em seguida, num dueto com Xande de Pilares, vem com “No Cravo e na Ferradura”, um samba bem humorado, cheio de malandragem; Com Alcione e Diogo Nogueira vem com um samba que impõe respeito, “Um Samba Merece Respeito”; Com Péricles, numa levada romantica, o samba “Oxitocina”; Em “Pobre Passarinho” de dois gênios: Monarco e Ratinho, Ayrão canta com o próprio Monarco todo o lirismo de um sambista apaixonado; Em “Pétalas de Rosas” em dupla com Toninho Geraes canta uma ode à musa dos quintais de samba; Por fim, em “Fina Ironia”, Ayrão divide os vocais com o grupo Demônios da Garoa, num samba boêmio, apaixonado, com muita malícia e ironia.

Completando 55 anos de carreira, e mais de 5 mil shows mundo afora, Ayrão atinge a impressionante marca de cerca de 11 milhões de cópias vendidas, 40 álbuns lançados no Brasil e América Latina, 11 Discos de Ouro, 8 Discos de Platina, 2 Discos de Diamante e centenas de troféus e premiações diversas..

FICHA TÉCNICA

Teclado – Belmiro de França (Bel)
Cavaquinho – Celsinho do Cavaco
Contrabaixo – Alê Gregório
Violão – Nego SP
Bateria – Márcio Teixeira
Percussão – a definir
Assistente de Produção/ Direção – Daniel Amabile
Coordenação de Produção/ representante legal – Jorge Moreira
Fotografia – Luís França
Empresa representante: Orapronobis Produções Culturais

 

Limite de 2 ingressos por venda/atendimento. Todos que adquirirem ingressos com desconto devem apresentar o seu comprovante na entrada. (Credencial Sesc, Estudante, Aposentado, Servidor Escola Pública…) – Os benefícios são individuais e intransferíveis.

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