Datas e horários
21/07 a 23/07
Manifestação cultural negra e periférica, originada do diálogo com o funk estadunidense, hip hop e maracatu. Percorre sua trajetória do Charme (anos 70/80) às Danças de Bonde, Jogação, Passinho e dancinhas atuais, valorizando os bailes como espaços de criação, expressão e pertencimento.
Minibio:
Roberto Soli é artista dançarino, coreógrafo, professor e pesquisador das danças urbanas, atualmente com 29 anos, nascido na zona norte do Rio de Janeiro, onde teve seus primeiros contatos com o Funk ainda na infância. Em 2012, iniciou seus estudos em danças urbanas, aprofundando-se no Hip-Hop Dance e participando de workshops e festivais nacionais e internacionais, como Rio H2K, Hip-Hop District e Fair Play Dance Camp, na Polônia.
Ao final de 2016, passou a resgatar e potencializar suas vivências com o Funk Carioca e, em 2017, desenvolveu um estilo próprio denominado “Hip-Hop Funk”, que mescla elementos do Hip-Hop Dance com as bases do Funk Brasileiro, buscando evidenciar a essência do funk carioca.
Seu trabalho consolidou-se com foco no funk carioca, explorando suas bases, elementos e possibilidades coreográficas. Com isso, tornou-se uma das referências na difusão desse estilo no Brasil e no exterior. Já ministrou aulas em diversas cidades brasileiras e em países como Rússia, Suíça e Dinamarca.
Idealizador da Turnê da Sarradinha, projeto voltado à disseminação do funk brasileiro. Em 2022, ganhou grande visibilidade ao viralizar nas redes sociais com o vídeo da música “Árvore Seca”. Ao longo de sua carreira, integrou eventos de grande porte, como o encerramento da Copa do Mundo FIFA de 2014 e as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, ambos no Maracanã, além de apresentações no Prêmio Multishow ao lado de Pabllo Vittar e Ludmilla.
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