Duração: 90 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Teatro
Retirada de ingressos com 1h de antecedência.
Data e horário
20/08 a 20/08
Minha carne: diário de uma prisão é uma performance baseada no livro homônimo da cantora e ativista Preta Ferreira, publicado em 2020 e no qual ela traz um relato autobiográfico intenso sobre os 109 dias que passou injustamente presa em 2019. Esse espetáculo – um híbrido entre literatura e música –, cria, para o público, uma experiência artística imersiva na história de Preta.
Preta Ferreira é atriz, multiartista, cantora, compositora e comunicadora por essência e formação. Baiana de origem e paulistana de coração. Formada em Publicidade, consolidou sua atuação na produção cultural e expandiu sua expressão artística para diferentes linguagens. Autora do single e do livro Minha Carne. Premiada com o Kikito no Festival de Gramado por Receita de Caranguejo (2020), recebeu também Menção Honrosa da ALERJ pelo Prêmio Dandara, além de reconhecimentos da ALESP e da Câmara Municipal da Bahia. Foi laureada pelo Prêmio Justiça Global por sua contribuição aos Direitos Humanos. Nos palcos, integrou o elenco do premiado musical Clara Nunes, a Tal Guerreira (2024-2025) e, em 2026, brilhou no clássico Ópera do Malandro, reafirmando sua versatilidade e presença cênica.
Radio Diaspora é um duo formado por Romulo Alexis (trompete, flautas e voz) e Wagner Ramos (baterias e eletrônicos) conjuga o verbo sonoro da diáspora africana pelo mundo através do experimentalismo do Free Jazz e da Livre Improvisação desenvolvendo através de zonas de intensidade uma dilatação dos signos da negritude, ressignificando assim os fluxos de informação que marcam a pluralidade da experiência afrodescendente no mundo contemporâneo. Rejeitando a submissão às tradições e a cultura como adestramento ou apenas entretenimento, o duo utiliza a arte como força instintiva e a música como arma.
#CANCELA: Ecos do Cárcere” é um projeto do Sesc Pompeia que propõe uma programação transdisciplinar sobre o encarceramento em massa e a privação de liberdade, refletindo sobre o punitivismo enquanto política de Estado e suas intersecções com raça, gênero e classe social.
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