atividade presencial
Local: Estúdio (Torre A, Mezanino)
Datas e horários
18/08 a 26/11
Condução Harmônica e a Ponta do Lance nasce da percepção do baixo como um instrumento de condução um fio que aponta caminhos e sustenta a direção harmônica da música.
No espaço musical, existem diferentes formas de se localizar harmonicamente: pela ponta aguda e pela ponta grave. Este curso se dedica à investigação da ponta grave da música, entendendo o baixo como elemento fundamental de orientação, pulsação e movimento.
Voltado para iniciantes, especialmente pessoas que já cantam, dançam ou possuem alguma vivência artística ligada ao som e ao corpo, o curso propõe uma aprendizagem acessível, intuitiva e conectada à escuta.
O repertório estudado parte de músicas de domínio público e tradições populares brasileiras, com referências nas cantigas de lavadeiras, nos cantos de trabalho dos canaviais do agreste e em manifestações culturais transmitidas oralmente ao longo das gerações. Essas sonoridades ecoam e se transformam também na obra de importantes artistas da música brasileira, como Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, grupos de Caixeiras do Divino e outras referências da música popular e tradicional.
O baixo possui uma função essencial dentro da música: conduzir.
Ele é como um fio que mostra o caminho, uma força que orienta o movimento harmônico e sustenta a caminhada sonora.
Dentro do espaço musical, podemos nos localizar harmonicamente de duas maneiras: pela ponta aguda ou pela ponta grave. Neste curso, vamos investigar a ponta grave da situação o lugar do chão, da pulsação e da direção harmônica.
Condução Harmônica e a Ponta do Lance é um curso inicial de baixo voltado para pessoas que já possuem alguma aproximação com o fazer musical: quem canta, dança, trabalha com movimento ou já desenvolveu alguma escuta musical através da vivência artística.
A proposta é desenvolver uma relação natural com o instrumento, entendendo o baixo não apenas como acompanhamento, mas como elemento condutor da música.
O repertório utilizado parte de canções de domínio público e tradições populares brasileiras, especialmente:
Essas referências atravessam a música brasileira e aparecem ressignificadas na obra de artistas como Gilberto Gil, Luiz Gonzaga e diversos grupos ligados às tradições populares brasileiras.
Faixa etária: A partir de 15 anos.
Datas/horários: Terças e quintas-feiras, de 18/8 à 26/11, das 11h30 às 13h.
Inscrições:
07/8, às 14h – inscrições para credencial plena.
12/8, às 14h – inscrições para todos os públicos.
Inscrições: Enquanto houver vagas
Daniel Camiranga é músico, compositor e arranjador afro-indígena, nascido no Vale do Juruá (AM). Com formação em Música Popular pelo Souza Lima e passagem pelo Projeto Guri e Groove Escola de Música, desenvolve uma pesquisa sonora que une ancestralidade indígena e africana, jazz e música popular brasileira. Atua como diretor musical e músico acompanhante e atualmente lidera o projeto autoral “A Tribo”, dedicado à música afro-originária.
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