Foto: Bruno Garcia
Foto: Bruno Garcia

Vivas as Grandes Figuras: Artistas do Sudeste Brasileiro

com Diáspora Produções

Brincantes

Consolação

Duração: 75 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Convivência – Térreo

Gratuito - Sem retirada de ingresso

Data e horário

02/08 a 02/08

02/08 • Domingo • 16h00
Foto: Bruno Garcia
Foto: Bruno Garcia

O projeto Viva as grandes Figuras: protagonismo negro nas artes do sudeste brasileiro visa propor ao público infantil (de 7 a 12 anos) uma vivência junto ao universo de alguns dos principais representantes negros das artes do sudeste brasileiro. A ideia é oferecer um álbum-almanaque às crianças e lhes propor um jogo de caça às grandes figuras que precisarão ser adquiridas e coladas para que as informações se completem. Para obter as figuras, as crianças deverão ir ao encontro dos personagens históricos que contarão suas respectivas trajetórias de vida. Ao final de cada narrativa, o público ganhará uma figura para ser colada, completando as informações do álbum–almanaque.

Para o primeiro volume desta intervenção, seis artistas negros serão revisitados, reconhecidos e representados, sendo eles: a fundadora da primeira Escola de Samba de São Paulo, Deolinda Madre (Madrinha Eunice); a escritora e pensadora Carolina Maria de Jesus; a artista plástica Maria Auxiliadora da Silva; o artista circense Benjamim de Oliveira; o sambista e compositor Geraldo Filme; e o mestre Darcy Monteiro do Jongo da Serrinha.

Busca-se, por meio desta intervenção, apresentar parte do vasto protagonismo negro no campo das artes, ampliando o repertório cultural do público infantil a partir do enfoque dado às contribuições de artistas negros que se tornaram referências no território brasileiro em termos culturais, sociais, políticos e estéticos. As narrativas aqui apresentadas de forma lúdica têm o intuito de oferecer o devido reconhecimento às histórias e à memória dos afrodescendentes no Brasil, atuando junto às iniciativas que prezam por processos de inclusão e de pleno exercício da cidadania.

FICHA TÉCNICA
Concepção e direção geral: Flávio Rodrigues
Elenco: Belize Pombal, Beth Castro, Eric de Oliveira, Flávio Rodrigues, Jefferson Silvério, Thais Cabral e Val Ribeiro
Pesquisa: Bruno Garcia
Tratamento Dramatúrgico: Bruno Garcia e Flávio Rodrigues
Ilustração, Projeto Gráfico e Diagramação: Junião
Figurinos e Adereços: Flávio Rodrigues
Musica Escrita: Taynã Azevedo
Costureira: Maria Euli
Arranjos: Fabrício Zavanella
Fotografia: Sérgio Fernandes
Produção: Diásporas Produções
Agradecimentos: Aysha Nascimento, Raphael Garcia, Adilson Fernandes, Marina Paes, Marcos di Ferreira, Mayara Carvalho, Jussara de Paula, Ana Flávia Rodrigues e Lis Morena Santos.

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SOBRE DIÁSPORA PRODUÇÕES

Diásporas configura-se como um projeto que visa agregar diferentes linguagens e processos artísticos na tentativa de potencializar iniciativas oriundas das experiências e vivencias negras e portanto, afrodiaspóricas.
Gestado e concebido pelo ator, diretor, cenógrafo e produtor Flávio Rodrigues em parceria com o historiador e educador Bruno Garcia, Diásporas traduz em seu escopo o desejo de reunir corpos negros e ideias efervescentes que se expressam de diversas formas e se manifestam por meio das artes.

A ideia é captar os movimentos e os protagonismos negros em sua dimensão artística com o intuito de alçar voos e possibilitar encontros, escambos e debates a partir da criação, pesquisa e produção das artes negras.

Tal iniciativa busca por meio das artes, legitimar os processos vividos pelas populações negras afrodiaspóricas em vista de seus movimentos e migrações forçadas que produziram e vem produzindo (re)existências nos diferentes territórios por onde se instalaram e ressignificaram suas vidas.

Sabe-se que ancestralidades plurais compõem os fazeres artísticos de negras e negros, e que muitas vezes, poucos são os espaços por onde tais potencialidades podem vir a florescer.

Ao acreditar em processos comunitários que vislumbrem e fomentem parcerias diversas, Diásporas busca revigorar as artes no sentido de contribuir para o reconhecimento das lutas e das trajetórias de corpos negros na dança, no teatro, na música, nas artes plásticas e nas artes visuais.

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