atividade presencial
Grátis
Local: Convivência – Térreo
Gratuito - Sem retirada de ingresso
Data e horário
22/08 a 22/08
Oficina, Bate-Papo e Apresentação abordando a tradição do Caboclinho, sua relação com a religiosidade e a continuidade dessa manifestação, a partir da experiência do Caboclinho Sete Flexas do Recife.
Encontro que marca o fechamento do ciclo de vivências “Vem pra roda! Encontros do Caboclinho”, reunindo prática, escuta e aprofundamento dos saberes compartilhados ao longo da semana.
Ao final, o Mestre Paulinho retorna em cena para a apresentação de uma performance artística, acompanhado por mais duas dançarinas convidadas, em diálogo com a música ao vivo.
A apresentação reúne três dançantes e músicos em cena, afirmando o caboclinho como prática viva, onde corpo, som e ancestralidade se encontram.
SOBRE O CABOCLINHO
O caboclinho é uma das mais expressivas manifestações da cultura popular brasileira, presente no carnaval pernambucano e ligado às matrizes indígenas e afrobrasileiras.
Sua dança se constrói em diálogo direto com a música ¿ marcada pela gaita, pelas percussões e pelas preacas, arcos e flechas que também atuam como instrumentos rítmicos.
Reconhecido como patrimônio cultural, o caboclinho é uma prática viva de resistência, espiritualidade e celebração.
SOBRE O CABOCLINHO 7 FLEXAS
O Caboclinho Sete Flexas do Recife foi fundado em 1971 pelo mestre Zé Alfaiate, a partir de uma relação espiritual com o Caboclo Sete Flexas.
Com mais de cinco décadas de história, o grupo mantém viva a tradição por meio da dança, da música, da criação dos figurinos e da transmissão de saberes dentro do núcleo familiar.
Reconhecido como patrimônio vivo de Pernambuco, segue como referência fundamental da caboclaria.
Hoje, o grupo é conduzido pelo mestre Paulo Sérgio dos Santos Pereira. Filho do fundador, mestre Zé Alfaiate, assume a condução do Caboclinho Sete Flexas do Recife, dando continuidade ao legado construído ao longo de gerações.
Brincador desde a infância, mestre Paulinho carrega no corpo a experiência, o rigor e a sensibilidade da tradição, sendo hoje uma das grandes referências da dança popular brasileira.
Sua atuação como mestre reafirma não apenas o domínio da prática, mas também o compromisso com a transmissão dos saberes, mantendo viva a força, a memória e a ancestralidade do caboclinho.
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