Geosampa (Prefeitura de São Paulo)
Geosampa (Prefeitura de São Paulo)

Îe’engara Guatá Toré Guatá – Pinheiros é Terra Indígena e Ribeirinha

Agosto Indígena

Data

15/08/2026 • Saída às 10h00
Geosampa (Prefeitura de São Paulo)
Geosampa (Prefeitura de São Paulo)

Link de inscrição AQUI

CRONOGRAMA
Inscrições:
a partir de 29 de julho, às 14h.

ROTEIRO

10h – Saída do Sesc Pinheiros, em ônibus padrão turismo com acompanhamento de guia credenciado pelo Ministério do Turismo, com destino ao Pateo do colégio

Visita ao museu Anchieta.

Explanação com apoio de mapas, maquetes e textos do acervo do museu., indicando o caminho para o Aldeamento de Pinheiros

Passagens pela Praça da Sé, Largo da Misericórdia, Largo São Francisco.

Chegada no Largo da Batata.

15 – Encerramento de atividade

Não se esqueça de levar na bagagem: 

Garrafa com água para beber; 
Guarda-chuva e/ou capa de chuva; 
Protetor solar, boné ou chapéu; 
Repelente de insetos; 
Agasalho; 
Câmera fotográfica e/ou celular e carregador; 
Saco de lixo; 
Mochila para carregar seus pertences; 
Roupas e calçados confortáveis para caminhada. 

IMPORTANTE: 

Para o embarque neste roteiro, não esqueça seu documento oficial de identificação. 

O uso da máscara cobrindo boca e nariz é recomendável. 

Participantes menores de 18 anos não poderão viajar desacompanhados. Participantes menores de 18 anos somente poderão viajar se acompanhados do pai, mãe, guardião ou tutor. Pode ser também acompanhado por pessoa maior de idade, munida de autorização, por escrito e com firma reconhecida em cartório, do pai, mãe, guardião ou tutor (Solicite modelo na Central de Atendimento da Unidade). 

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail: turismo.pinheiros@sescsp.org.br 


A Jornada do Patrimônio 2026 propõe uma imersão nas múltiplas camadas históricas, sociais e culturais que coexistem em um mesmo território da cidade de São Paulo. A partir do tripé pessoas, espaços e práticas sociais, o evento convida à reflexão sobre os processos de construção da cidade, reconhecendo o patrimônio cultural como resultado de relações contínuas entre sujeitos, territórios e modos de viver.

As pesquisas arqueológicas mostram que São Paulo já era habitada há mais de 3 mil anos. São muitas camadas históricas sobrepostas para formar a cidade que conhecemos hoje. Nesse sentido, o tema da décima segunda edição da Jornada do Patrimônio, “São Paulo: Cada Olhar, Uma História”, organiza-se em três eixos conceituais que propõem diferentes reflexões para pensar a cidade e seus patrimônios:

1. OS CONSTRUTORES DA CIDADE, Explora as figuras, notáveis e anônimas, que contribuíram para a formação de São Paulo e de seu patrimônio, tanto na construção material da cidade quanto na constituição de seu imaginário, de sua cultura e de sua memória coletiva.

2. OS TERRITÓRIOS, Analisa os diferentes momentos de ocupação e transformação dos territórios da cidade, considerando as sucessivas camadas de uso, as técnicas construtivas, os estilos arquitetônicos e, sobretudo, os povos e comunidades que os habitaram e ainda os habitam. Essa dimensão evidencia São Paulo como um mosaico de territorialidades, marcado por disputas, permanências, apagamentos e reinvenções.

3. AS DINÂMICAS SOCIAIS E CULTURAIS, Investiga as práticas, rituais, celebrações, formas de sociabilidade e expressões culturais que dão vida aos territórios e constroem sentidos de pertencimento, memória e identidade.

A proposta aqui é se concentrar no Eixo “Os Territórios”. Ainda é comum muitas pessoas sentirem dificuldade de perceber a presença indígena na formação populacional, sociocultural, espiritual e espacial na cidade de São Paulo. Alguns moradores da capital paulista ficam mesmo espantados quando falamos que a cidade é também Terra Indígena e Ribeirinha. Pinheiros e seu Rio fazem parte dessa história de re-existências originárias e da natureza que marca a atualidade nos nomes das ruas e lugares, mas também nos caminhos, forma de falar, musicalidades e vivências. Assim, a Proposta é caminhar pelo antigo Aldeamento Indígena de Pinheiros e perceber suas Indígenas Identidades no passado e no presente, marcando sua memória e identidade.

CASÉ ANGATU é Indígena morador no Território Tupinambá em Olivença (Ilhéus/BA). Docente na Universidade Estadual de Santa Cruz (BA). Pós-Doutorado em Psicologia UNESP/Assis. Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Mestre em História pela PUC/SP; Historiador pela UNESP. Autor dos livros: Nem Tudo Era Italiano – São Paulo e Pobreza (1890-1915); Identidades Urbanas e Globalização: constituição territórios em Guarulhos/SP. Coautor dos Livros: Índios no Brasil: Vida, Cultura e Morte; A Lei 11.645/08 nas artes e na educação: perspectivas indígenas e afro-brasileiras, dentre outros.

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