atividade presencial
Grátis
Local: Sala de Oficinas
Sequencial. Retirada de senhas 1 hora antes, no primeiro dia da atividade
Datas e horários
26/08 a 28/08
O minicurso propõe uma investigação sobre as formas pelas quais literatura e cinema representam as formas de viver o tempo. Apesar da dureza da vida, em diferentes obras de arte o tempo pode ser sonhado e reinventado por meio da linguagem, memória e imaginação.
A partir de três eixos: o futuro sonhado, o passado fabulado e o presente possível, os encontros articulam obras literárias e cinematográficas para refletir sobre como as narrativas moldam aquilo que foi, aquilo que é e aquilo que ainda pode ser.
Analisa como o porvir não é abstrato, mas condicionado pelas desigualdades presentes que levam aos desejos de futuro.
Despertar: poema Vozes-mulheres, de Conceição Evaristo
A literatura e o cinema discutem o passado como construção narrativa, marcada por lacunas, vestígios e disputas de memória, enquanto também revelam seus próprios modos de narrar.
Despertar: trecho de A autobiografia de minha mãe, de Jamaica Kincaid
O presente se afirma como espaço de tensão. É nele que os vestígios do passado e as imagens de futuro se confrontam, abrindo e fechando e possibilidades de ação.
Despertar: Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak.
Cícero Santos é formado em Letras: Português e Inglês (Uniso, 2018) e mestre em Letras pelo Programa de Pós-graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, da Universidade de São Paulo (USP, 2024). Apaixonado por boas histórias, tem interesse em registro da memória na literatura contemporânea e em escrita historiográfica. Coorganizou as obras Pensar e Repensar Sorocaba (2024) e Narrar Piedade (2025), ambas pela Cubile Editorial, onde é cofundador e editor.
Pedro Carvalho é formado em História (USP, 2019) e em Arquivologia (UNIASSELVI, 2023). Mestre em História Social (USP, 2025), atua em arquivos, centros de memória e documentação e é professor de História. Desenvolve pesquisas nas áreas de História do Brasil, cinema brasileiro e memória. Coorganizou as obras Pensar e Repensar Sorocaba (2024) e Narrar Piedade (2025), ambas pela Cubile Editorial, onde é cofundador e editor.
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