Criando memórias com retalhos: Bordando com as Mujeres Arpilleristas - foto: João Carlos
Criando memórias com retalhos: Bordando com as Mujeres Arpilleristas - foto: João Carlos

Criando memórias com retalhos: Bordando com as Mujeres Arpilleristas

Com o grupo Mujeres Arpilleristas e MÃOS - Movimento de Artesãs e Ofícios

Avenida Paulista

Duração: 120 minutos

12

atividade presencial

Grátis

Local:  Tecnologias e Artes (4° andar)

Vagas limitadas. Entrega de senhas 30 min antes, no local.

Datas e horários

26/09 a 27/09

26/09 • Sábado • 11h00
26/09 • Sábado • 14h30
27/09 • Domingo • 11h00
27/09 • Domingo • 14h30
Criando memórias com retalhos: Bordando com as Mujeres Arpilleristas - foto: João Carlos
Criando memórias com retalhos: Bordando com as Mujeres Arpilleristas - foto: João Carlos

As pessoas participantes serão introduzidas ao universo das arpilleras, bordados narrativos que nasceram no Chile como forma de denúncia ao registrar histórias pessoais e coletivas como um manifesto artístico-político. A partir de retalhos, linhas e diferentes materiais têxteis, as tradicionais arpilheiras latino-americanas compartilharão seus saberes e vivências, e convidarão cada participante a criar sua própria composição, que conte uma memória, retrate um território ou eternize uma experiência significativa.

Mujeres Arpilleristas é um coletivo de mulheres latino-americanas que preserva e reinventa a tradição das arpilleras, técnica têxtil originária do Chile que combina bordado, colagem de tecidos e narrativa visual. Formado por artistas e migrantes chilenas residentes em São Paulo, o grupo utiliza a costura e o bordado como ferramentas de memória, expressão política e partilha de histórias de vida. Suas obras dialogam com experiências de migração, identidade, e resistência feminina, conectando a prática artesanal a processos contemporâneos de criação coletiva.

MÃOS – Movimento de Artesãs e Ofícios – é uma iniciativa de pesquisa, criação e preservação dos saberes e fazeres de artesãs brasileiras. O projeto desenvolve ações de impacto positivo em comunidades tradicionais, rurais, urbanas ou periféricas que possuem no artesanato uma expressão identitária local, atuando pela autonomia dessas mulheres e pela valorização e difusão de seus conhecimentos.

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