Duração: 150 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Espaço Provisório - 3º andar
Grátis - Retirada de ingresso com 30 minutos de antecedência
Data e horário
03/09 a 03/09
As sessões celebram a realização audiovisual independente, que expressa as múltiplas vozes e olhares do Brasil contemporâneo. Esta exibição faz parte do projeto CineSesc.
Em sua oitava edição, a Mostra Sesc de Cinema teve representantes das cinco regiões do Brasil e seguiu com o propósito de ampliar o acesso da população a uma filmografia que expressasse e representasse a pluralidade cultural do país. Em 2025, foram inscritos 2.145 filmes dos mais diversos lugares do Brasil – desses, foram selecionados 268 filmes para exibição nas mostras nacional, estaduais e infantojuvenil.
Numa tentativa de fazer uma retrospectiva da Mostra Sesc em sua diversidade de temas, sotaques, cores e territórios, o Sesc Consolação propõe um recorte da edição de 2025 – é dessa retomada que voltamos a mergulhar em assuntos emergentes, proporcionando encontros e debates entre os realizadores e seus públicos. Tudo isso reforça que o audiovisual se consolida cada vez mais como um caminho acessível e dinâmico para mediar discussões e possibilitar encontros. E o Sesc, atento às realidades, se faz presente a partir de um vigoroso instrumento que conecta o país pelas telas dos filmes, revelando e fortalecendo novos artistas e cenas independentes, além de possibilitar o fomento de obras, de articulação de profissionais do audiovisual e, principalmente, a plena circulação de saberes do Brasil.
Esta exibição faz parte do projeto CineSesc, rede construída para difundir a produção audiovisual que licencia longas-metragens por prazo determinado, criando assim um acervo para exibição em salas de cinema do Sesc e unidades de projeção itinerantes.
SINOPSE DOS FILMES
“Mariô – Eu Tô Aqui” (Dir. Brena Maria e Cadu Marques, MA, 5”, Videodança, 2024)
Territorialidades, corpo-memória, circularidade, movimentos ancestrais, Mariô eu tô aqui faz um cruzamento entre corpos que se encontram. Um convite de retomada de si. Imagens do corpo-memória da atriz e performer Hévylla Maria se conectam com vivências do agora e se confundem com narrativas consolidadas com Maria Nilma, sua avó, que, mais viva do que nunca, se faz presente onde hoje é ausência.
“A Nave que Nunca Pousa” (Dir. Ellen Morais, PB, 15”, Híbrido, 2025)
A nave que nunca pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.
“Aprender a Sonhar” (Dir. Vitor Rocha, BA, 70”, Doc, 2025)
Quando estudantes indígenas, quilombolas e moradores de distintas periferias realizam o sonho de cursar uma faculdade, estimulados pela política de cotas, levam consigo conhecimentos ancestrais que têm muito a ensinar à academia. O filme acompanha os personagens ao longo de oito anos, entre 2016 e 2023, numa emocionante jornada de superação e transformação social, tendo o encantador Aragwaksã, festa da conquista do território Pataxó, como símbolo das cosmovisões tradicionais.
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