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Reflexão crítica sobre os impactos sociais, éticos e políticos da inteligência artificial nas artes, na comunicação e nas relações entre tecnologias ancestrais e artificiais. A partir do conceito de redes sociais como boca do mundo, desenvolvido por Larissa Macêdo e inspirado em Exu Enugbarijó, a encruzilhada é apresentada como princípio para pensar a IA e as redes sociais.
Larissa Macêdo é professora, artista, curadora e doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). É co-fundadora da plataforma < ater >, que promove ações relacionadas às artes, às tecnologias e à inteligência artificial, a partir de uma perspectiva negra e contracolonial. Também é professora no Centro Universitário Belas Artes (FEBASP) e na École Intuit Lab em São Paulo.
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