Cred: Camila Santos
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Afetos sísmicos

com Rodrigo Carneiro e Paulo Beto

Texto Encarnado

24 de Maio

Duração: 120 minutos

14

atividade presencial

Grátis

Local:  Tecnologias e Artes - ETA | 4º andar

Retirada de ingressos com 1h de antecedência.

Data e horário

14/10 • • 19h00
Cred: Camila Santos
Cred: Camila Santos

A performance literomusical “Afetos sísmicos” é o trabalho conjunto do poeta Rodrigo Carneiro e do multi-instrumentista Paulo Beto. Com repertório textual extraído dos dois livros de poesia lançados pelo escritor – “Afetos sísmicos” (2022) e “Barítono” (2018) -, a apresentação tem sonoridade elaborada e executada ao vivo pelo músico. Uma sessão de spoken-word, jazz, batidas eletrônicas, entre outros experimentos. Ligado à poesia falada desde os anos 1990, o autor e performer já declamou versos em edições da FLIP, Circuito Sesc de Artes e Virada Cultural.

SOBRE A DUPLA
Rodrigo Carneiro escreveu para os jornais “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S. Paulo” e “Valor Econômico”, para as revistas “Bravo!”, “Rolling Stone Brasil”, “Alfa”, “Brasileiros”, entre outras. Há textos dele publicados nos livros “Zappa, detritos cósmicos” (Editora Conrad), de Fabio Massari, e “Discoteca básica, 100 personalidades e seus 10 discos favoritos” (Edições Ideal), de Zé Antonio Algodoal. Foi editor-chefe e apresentador do site Showlivre.com, além de curador da área de música para instituições culturais. Assinou a pesquisa, as entrevistas e a consultoria do DVD “O Fim do Mundo, Enfim, 30 anos do festival punk ‘O Começo do Fim do Mundo'” (Selo SESC). Faz locução publicitária e também é cantor e letrista da banda Mickey Junkies. “Barítono” (2018), “Afetos sísmicos” (2022) e “Jardim Quitaúna: crônicas de paixão, política e cultura pop” (2025), os três editados pela Terreno Estranho, são seus livros.

Paulo Beto (PB) é multi-instrumentista, compositor e produtor de música eletrônica desde 1989. Mentor da banda Anvil FX, desenvolve um trabalho de criação e performance ao vivo para trilhas sonoras de filmes mudos desde 1997. Autor de músicas originais para longa-metragens como “Riocorrente” (2014), de Paulo Sacramento, e “Morto não fala” (2019), de Dennison Ramalho, o artista é um dos diretores, ao lado de Dácio Pinheiro e Denis Giacobelis, do documentário “Eletronica:mentes” (2018).

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