Foto: Reginaldo Azevedo
Foto: Reginaldo Azevedo

Calunga e Que Tal o Impoossível?

Com Cisne Negro Cia. de Dança. Coreografias de Rui Moreira (Calunga) e Jorge Garcia (Que Tal o Impossível?)

Rio Preto

AL

atividade presencial

Local:  Teatro

Vendas online dia 20/10, às 17h, presencial dia 21/10, às 17h. Lugares limitados

Foto: Reginaldo Azevedo
Foto: Reginaldo Azevedo

Entre os cortejos ancestrais de “Calunga”, inspirado em “Maracatu de Chico Rei”, de Francisco Mignone, e a pulsação urbana da canção “Que Tal o Impossível?”, de Itamar Assumpção, o programa atravessa memória, ancestralidade, música e identidade brasileira em duas criações contemporâneas, conectando ritual, cidade, corpo e imaginação cênica.

 

A Cisne Negro Cia. de Dança reúne em um mesmo programa duas obras que dialogam com diferentes matrizes da cultura brasileira por meio da dança contemporânea, da música e da memória coletiva. Em “Calunga”, o coreógrafo Rui Moreira mergulha nas tradições afro-brasileiras, inspirado na obra “Maracatu de Chico Rei”, de Francisco Mignone, evocando ancestralidade, resistência e espiritualidade por meio de imagens ritualísticas e movimentos intensos. Já “Que Tal o Impossível?”, criação de Jorge Garcia inspirada na música de Itamar Assumpção, transforma a cidade de São Paulo em paisagem poética, explorando encontros, afetos e a efervescência cultural urbana. Com direção musical de Maurício Badé e Bruno Buarque e curadoria musical de Anelis Assumpção, filha de Itamar Assumpção, o espetáculo amplia o diálogo entre corpo, música brasileira e contemporaneidade.

Duração: 70 minutos (com 5 minutos de intervalo)

Calunga (2011)
Inspirado no universo do maracatu e nas tradições afro-brasileiras, “Calunga” parte da obra Maracatu de Chico Rei, de Francisco Mignone. A coreografia de Rui Moreira transforma cortejos, ritmos e símbolos ancestrais em movimento contemporâneo, evocando espiritualidade, resistência e memória coletiva em imagens poéticas que unem passado, presente e identidade brasileira.

Ficha Técnica
Coreografia: Rui Moreira
Música: Francisco Mignone – Maracatu de Chico Rei e temas incidentais do projeto Pesquisas Folclóricas do Brasil
Argumento: Mário de Andrade
Figurinos e adereços: Gustavo Silvestre
Confecção de figurinos: Camarim Artigos para Dança
Iluminação: Rui Moreira e Raquel Balekian

Rui Moreira é bailarino, coreógrafo e pesquisador das culturas afro-brasileiras. Integrou o Grupo Corpo e consolidou trajetória marcada pela valorização das corporeidades negras e das manifestações populares brasileiras. Seus trabalhos articulam dança contemporânea, ancestralidade, teatralidade e musicalidade, sendo referência na pesquisa de identidades culturais brasileiras na dança.

Que Tal o Impossível? (2025)
Inspirado na obra de Itamar Assumpção, “Que Tal o Impossível?” percorre as noites de São Paulo, seus encontros e intensidades. A criação de Jorge Garcia combina dança contemporânea, teatralidade e musicalidade brasileira em cenas urbanas e sensíveis. Com curadoria musical de Anelis Assumpção, o espetáculo homenageia o legado inventivo de Itamar entre corpo, música e cidade.

Ficha técnica:
Direção artística: Dany Bittencourt
Concepção e coreografia: Jorge Garcia
Música: Itamar Assumpção
Trilha sonora: Maurício Badé
Mixagem: Bruno Buarque
Curadoria musical: Anelis Assumpção
Participações especiais: Anelis Assumpção e Rubi Assumpção
Cenografia: Leo Ceolin
Iluminação: Rossana Boccia
Figurino: João Pimenta

Jorge Garcia é bailarino, coreógrafo e pesquisador da dança contemporânea brasileira. Desenvolve criações marcadas pela intensidade física, pela teatralidade e pelo diálogo entre dança, música e cultura urbana. Seus trabalhos investigam relações humanas, musicalidade e identidade brasileira, construindo uma linguagem cênica sensível, dinâmica e contemporânea.

Fundada em 1977 por Hulda Bittencourt, a Cisne Negro Cia. de Dança é uma das mais importantes companhias de dança contemporânea do Brasil. Reconhecida pela excelência técnica e pelo repertório plural, desenvolve trabalhos que dialogam com diferentes linguagens artísticas, reunindo coreógrafos brasileiros e internacionais. Com circulação em mais de 17 países, a companhia destaca-se pela pesquisa de movimento, pela potência cênica e pela valorização da cultura brasileira em suas criações. Desde 2021, a direção artística é conduzida por Dany Bittencourt.

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