Renda de Bilros | Jucélia da Silva
Renda de Bilros | Jucélia da Silva

Renda de Bilros: a renda da terra | Básico II

com Jucélia da Silva, arte-educadora, pesquisadora e rendeira

Pinheiros

Duração: 180 minutos

A14

atividade presencial

R$ 12,00 Credencial Plena
R$ 20,00 Meia entrada
R$ 40,00 Inteira

Local:  Espaço de Tecnologias e Artes - 2º andar

pré-inscrição a partir de 07/10 via formulário online a ser analisado.

Datas e horários

24/10 a 28/11

24/10 • • 10h30
31/10 • • 10h30
07/11 • • 10h30
14/11 • • 10h30
21/11 • • 10h30
28/11 • • 10h30
Renda de Bilros | Jucélia da Silva
Renda de Bilros | Jucélia da Silva

A história da renda de bilros no Brasil é formada por complexas interações culturais, políticas e sociais que teceram a trajetória desta técnica manual têxtil e das comunidades envolvidas na sua feitura ao longo dos séculos desde seu surgimento em terras além-mar. O curso compartilha um panorama do percurso da renda de bilros no Brasil, a partir de sua introdução em meados do séc. XVIII, e promove encontros de experimentações práticas da técnica com materiais que caracterizam as mudanças ocorridas neste contexto.


Requisito: é necessário conhecimento básico da técnica ou ter realizado o primeiro módulo.

A pré inscrição será realizada através de um formulário online e será avaliada antes da inscrição definitiva. O formulário estará disponível para inscrição entre os dias 07/10, a partir das 15h, e 20/10, até as 23h59, no link Pré Inscrição – Renda de bilros: a renda da terra. Básico II.


PROGRAMAÇÃO
Aulas Práticas “Experimentação rendilheira”
Aula 1 – Trocado inteiro / Meio trocado
Aula 2 – Traça
Aula 3 – Traça
Aula 4 – Traça com barra dupla torcida
Aula 5 – Traça com barra dupla torcida continuação
Aula 6 – Finalização


Jucélia da Silva é arte-educadora, pesquisadora e rendeira. Atua com temas ligados às práticas manuais, materialidades e memórias de saberes populares. Mestra em Poéticas de Atuação em Artes pela UFPA, graduada em Artes Visuais pelo IA-UNESP investiga a renda de bilros a partir de suas relações com os territórios, os gestos e os modos de transmissão entre mulheres, articulando prática e pensamento em sua abordagem pedagógica.

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