Foto: Daisy Serena
Foto: Daisy Serena

APUPÚ – Onde os Corpos Vibram

Com Natasha Félix e convidado

Santos

A12

atividade presencial

Grátis

Local:  Auditório

Retirada de ingressos 1h antes

Data e horário

22/10 a 22/10

22/10 • Quinta • 19h00
Foto: Daisy Serena
Foto: Daisy Serena

APUPÚ consiste em uma série de performances que integram a pesquisa artística de Natasha Felix e do DJ Joss Dee, em conjunto com artistas interessados na pesquisa entre literatura e sonoridades da diáspora negra. Apupú é uma gíria angolana relacionada ao gênero musical do kuduro. Na boca da juventude da capital Luanda é o lugar onde a festa está, sinônimo de rolê ou inferninho. 

 Motivada pelo desejo de estimular conversas entre Brasil e Angola, a artista Natasha Felix vale-se desta palavra como dispositivo de criação para  poetas, músicos, dançarinos.

Desbunde, frenesi, vibração. Derivação de aputaro, apupú é uma gíria, um calão angolano,  relacionada ao gênero musical do kuduro. Na boca da juventude luandense, apupú é o lugar onde a festa está, sinônimo de rolê ou inferninho. Motivada pelo desejo de estimular conversas entre Brasil e Angola, a artista Natasha Felix vale-se desta palavra como dispositivo de criação para poetas, músicos, dançarinos.

Natasha Felix (Santos, 1996) é poeta, performer e curadora. Dentre as publicações, estão, Use o Alicate Agora (Edições Macondo, 2018), Inferninho (Círculo de Poemas, 2024), Três vezes Lázaro (Círculo de poemas, 2026), e a participação em antologias como ‘Nossos poemas conjuram e gritam’ (Quelônio, 2019) e ‘As 29 poetas hoje’ (Companhia das Letras, 2021). Em suas performances, investiga as interlocuções entre corpo negro, a palavra falada e manifestações culturais como a dança, a literatura e a música.

Participou de projetos de performance como o espetáculo Black Poetry e Instrumental Poesia (Sesc Av. Paulista). Idealizou a performance Malezinho Prazeres: Sonhar a fuga, no Museu Bispo do Rosário, em 2022. Foi assistente curatorial no MAM Rio e trabalhou em exposições como Terra em tempos: fotografias do Brasil, Nakoada: estratégias para a arte moderna e Atos de revolta: outros imaginários sobre  independência. Em 2019, foi um dos seis destaques em Literatura e Artes Visuais pela Revista Forbes Under 30. Inferninho, livro que mobiliza a performance APUPÚ, foi semifinalista do Prêmio Oceanos em 2025.  

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