Cred: Divulgação (Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo, Barnabé Sauvage e Maraiza Adami)
Cred: Divulgação (Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo, Barnabé Sauvage e Maraiza Adami)

Conversa Pública | Contracolonizar a Tecnologia

com Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo, Barnabé Sauvage e mediação de Maraiza Adami

O Mundo Através da IA

24 de Maio

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local:  Teatro | 1º subsolo

Retirada de ingressos com 1h de antecedência.

Data e horário

23/10 • • 20h30
Cred: Divulgação (Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo, Barnabé Sauvage e Maraiza Adami)
Cred: Divulgação (Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo, Barnabé Sauvage e Maraiza Adami)

Como a inteligência artificial reproduz heranças coloniais e hierarquias sociais? E como a arte pode intervir nesses processos e abrir espaço para outros imaginários e formas de produzir conhecimento? A conversa reúne Giselle Beiguelman, Larissa Macêdo e Barnabé Sauvage para discutir as relações entre arte, inteligência artificial, memória, raça e território a partir de perspectivas críticas e contracoloniais. Entre os temas estão os vieses nos bancos de dados e sistemas de classificação, a reparação de apagamentos históricos e os impactos políticos, ecológicos e infraestruturais das tecnologias digitais.

Giselle Beiguelman é artista e professora titular da FAU-USP. Investiga relações entre arte, inteligência artificial, memória e política. É autora de Políticas da imagem, entre outros. Coordenadora do GAIA (Grupo de Arte e Inteligência Artificial FAU/Inova-USP) e do Projeto Temático Fapesp Acervos Digitais e Pesquisas. Suas obras integram coleções públicas de museus no Brasil e no exterior. Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais.

Larissa Macêdo é cofundadora da plataforma < ater >, professora, artista, curadora e doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Seu trabalho se concentra nas interseccionalidades entre arte, tecnologia, inteligência artificial e redes sociais, com foco em raça, gênero e territorialidades, a partir de uma perspectiva negra e contracolonial. Leciona nos cursos de Artes Visuais, Licenciatura em Artes e Comunicação Social do Centro Universitário Belas Artes (FEBASP).

Barnabé Sauvage é pesquisador de pós-doutorado no Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS). Seus interesses de pesquisa incluem cinema e cultura visual contemporânea, em especial filmes gerados por IA que exploram as consequências políticas, ecológicas e infraestruturais dessa tecnologia.

Maraiza Adami é educadora , cientista social e bacharela em Sistemas de Informação pela USP. Mestre em Ciências humana na UFABC. Entusiasta do software livre, pesquisa as implicações sociotécnicas das tecnologias. Atua na associação MariaLab e no evento hacking Cryptorave .

 

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