atividade presencial
Grátis
Local: Arena
Sem retirada de ingresso
Data e horário
22/11 a 22/11
O encontro discute linguagens insurgentes, bolsas de mandinga e rituais corporais como mídias de articulação política e sobrevivência. A conversa analisa produções artísticas e religiosas, além de marcas no corpo, como tecnologias de permanência que atravessaram o Atlântico. Essa travessia segue desafiando fronteiras, binaridades e o tempo, mobilizando o invisível e atualizando modos de existência. Performances dos convidados ilustram a conversa.
Alexandre dos Anjos é artista visual, pesquisador e professor de processos criativos, além de mestrando em Artes Visuais pela Unesp e integrante do Grupo de Pesquisa Egungun. Sua investigação artística conecta arte, ancestralidade e espiritualidade por meio da criação de objetos vinculados às manifestações afrodiaspóricas, reunindo pintura, cerâmica, bordado e figurino.
Elton Panamby é artista, des-ensinadore e mãe/mamão. Cria a partir de limites psicofísicos e de práticas corporais, sonoras e oníricas, em experiências rituais, aparições, vultos e visagens. Sua prática poética escura é instigada por processos de vida-morte-vida, gestação, gestos, partos e partidas, como tentativa de tanger o invisível, evocar e comunicar em outras linguagens.
Tay O’hanna é ator formado pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD). Estudou hip-hop na Escola Livre de Dança da Broadway Center Dance, em Nova York, e completa, neste ano, 15 anos de atuação contínua. No cinema, participou da formação Mulheres Negras – Projeto de Mundo, residência artística voltada a 14 jovens da periferia de São Paulo, coordenada pela cineasta Day Rodrigues e patrocinada pelo Itaú Cultural.
Fernando Alabê é diretor artístico e musical, fundador do Bloco Afro Afirmativo Ilu Inã e do Selo Ilu Inã Musical. Ogan e ritmista da escola de samba Vai-Vai por 30 anos, traz referências dos terreiros e do samba paulistano. Assina direções musicais no teatro, com trabalhos como O Bonde, do Coletivo Negro, além de projetos de dança e audiovisual. Tocou com artistas como Elza Soares e Jorge Ben Jor e, há 12 anos, atua como percussionista de Tony Tornado.
*Sem retirada de ingresso
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