atividade presencial
Grátis
Local: Praça externa 1
Sem retirada de ingresso
Datas e horários
08/11 a 15/11
A partir de memórias e entrevistas com integrantes das velhas guardas do samba de São Paulo, são criadas imagens de territórios fundamentais para a história do samba paulista. Nesta intervenção artística, os artistas propõem uma releitura do território e das dinâmicas do corpo, homenageando a trajetória do samba em São Paulo.
Damany Santos é arquiteto e pesquisador formado pela FAU-USP. Durante sua formação, trabalhou ao lado de nomes como Isay Weinfeld, Guto Requena, NP2F e Marcelo Rosenbaum. É coautor, com Guilherme Bretas, da exposição Tebas: uma pedra fundamental e colaborou em projetos como a Aldeia Sagrada Yawanawa, ao lado de Marcelo Rosenbaum, e a Village des Athlètes, com o escritório NP2F. Seu trabalho investigativo alia pesquisa e arquitetura, com foco em cultura, paisagem e comunidade.
Guilherme Bretas, 25 anos, é artista visual e arquiteto, graduando pela FAU-USP. Em sua pesquisa, investiga a representação negra na fotografia, utilizando inteligência artificial para intervir em retratos e acervos históricos. Em 2023, foi indicado ao Prêmio PIPA e atuou como curador da exposição TEBAS: uma pedra no chão, no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia), além de participar da obra Inteligência Ancestral, da Frente 3 de Fevereiro, na Bienal de Arte de São Paulo. Atualmente, suas obras integram acervos importantes no Brasil e no exterior, como os do Instituto PIPA, do IfA (Institut für Auslandsbeziehungen) e do Sertão Negro.
*Sem retirada de ingresso
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