Foto: Divulgação
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A rede que nos alimenta: roda de produtores e consumidores da economia solidária

Nós: Criação, Trabalho e Cidadania

Centro de Pesquisa e Formação

16

atividade presencial

R$ 15,00 Credencial Plena
R$ 25,00 Meia entrada
R$ 50,00 Inteira

Local:  Atividade Externa

Datas e horários

14/11 a 14/11

14/11 • • das 11h00 às 13h00
14/11 • • das 14h30 às 17h30
Foto: Divulgação
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 Dia 14/11, sábado, das 11h às 13h (no CPF) e das 14h30 às 17h30 (ação externa)

Com Instituto Baru, Associação Terra Viva Agroecologia, Cooperapas, Rede Ecovida de Agroecologia e sítios Paraíso, Santa Julia, São José (Ibiúna) e São José (São Miguel Arcanjo).

“A rede que nos alimenta” é um projeto cultural e pedagógico que propõe uma jornada de encontro entre pessoas, histórias e territórios conectados pelo alimento. A iniciativa aproxima o público da rede de agricultoras e agricultores familiares que produzem alimentos orgânicos e agroecológicos e abastecem diariamente o Instituto Baru — associação de trabalhadores sem fins lucrativos que atua na perspectiva da economia solidária –, criando um espaço de escuta, troca e valorização dos saberes do campo. Ao circular entre o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e o Instituto Baru, a proposta constrói um trajeto que integra diálogo e expressão artística, no intuito de unificar o manejo do solo e a produção de cultura — aqui compreendida como expressão estética integrada à memória coletiva e à identidade territorial.

O programa conta com duas atividades integradas:

1. uma roda de conversa no CPF, permeada por música e contação de histórias relacionadas ao trabalho no campo e à luta pela terra;
2. um almoço seguido de celebração no Instituto Baru, com transporte oferecido pelo Sesc.

Juntas, as ações convidam o público a enxergar as pessoas e os caminhos que fazem os alimentos chegar à mesa.
O objetivo geral é promover um percurso cultural de escuta, troca e celebração com a rede de agricultores orgânicos e agroecológicos que abastecem o Instituto Baru, valorizando os saberes do campo, os territórios e as relações que sustentam o alimento.

A atividade abrange os seguintes conteúdos:
– Apresentação do Instituto Baru e de seu modelo de trabalho pautado pelos princípios da economia solidária, em especial pela autogestão.
– Roda de conversa com agricultoras e agricultores da rede de fornecedores orgânicos e agroecológicos do Instituto Baru, dialogando sobre histórias pessoais de vida no campo, conhecimentos sobre a terra e os biomas, transição agroecológica e redes de comercialização.
– Manifestações culturais, como música e contação de histórias, relacionadas ao trabalho no campo e à luta pela terra.
– Celebração coletiva no Instituto Baru, para fortalecer vínculos e visibilizar o percurso realizado.

Com o Instituto Baru, associação sem fins lucrativos que revende produtos orgânicos, agroecológicos e da agricultura familiar, com base nos princípios da economia solidária e comércio justo, com sede no bairro da Vila Indiana (zona Oeste).

Com a Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul (Cooperapas), a única cooperativa de agricultores do município de São Paulo, localizada no extremo sul, no distrito de Parelheiros.

Com a Associação Terra Viva Agroecologia, que fortalece a transição ecológica em Sorocaba (SP) ao articular a produção sustentável de trezentos agricultores familiares para abastecer comércios solidários e restaurantes em São Paulo.

Com o Sítio Santa Julia, de Heitor Camilo Meurer e Ligiane Regina de Sá Pereira, que produzem hortaliças orgânicas certificadas em um sítio de 30 mil metros quadrados no bairro do Verava, em Ibiúna (SP), após deixarem a agricultura convencional em 2014.

Com o Sítio São José, de Vivian Pires, que desde 2014 produz alimentos orgânicos, ervas e PANCs em um terreno de 50 mil metros quadrados em Ibiúna (SP), com o apoio do marido e da mãe.

Com  o Sítio Paraíso, de Adriano Colodeto e família, que integram a transição agroecológica na região do Alto Tietê (SP), com produção orgânica certificada pelo IBD desde 2015.

Com o Sítio São José, de Alan Sadamitsu, que cultiva alimentos orgânicos em São Miguel Arcanjo (SP), resgatando as origens de sua família de imigrantes japoneses após deixar a carreira corporativa em 2015.

Inscrições a partir do dia 27/10, às 14h, no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição. O cadastro é pessoal e intransferível.

O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito, débito ou em dinheiro. Trabalhamos com as bandeiras Visa, Mastercard, Elo e Hipercard.

Ao término do curso, você poderá solicitar sua declaração de participação pelo e-mail declaracao.cpf@sescsp.org.br. A declaração será encaminhada em até 30 dias.

 

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