
Do boxe à ginástica, do tênis ao skate: por que certas modalidades viram fenômenos de popularidade e outras lutam por um lugar no pódio? (foto: Luiza Moares / COB)
Leia a edição de Janeiro/26 da Revista E na íntegra.
POR LUCAS VELOSO
Uma prática milenar usada para caças e guerras hoje ocorre em arenas pacíficas e silenciosas, onde qualquer sopro de vento pode mudar tudo. Na modalidade esportiva tiro com arco, o objetivo é simples de explicar e difícil de executar: a 70 metros do alvo, atletas precisam reunir técnica, precisão e concentração para acertar o centro da mira. Nos Jogos Olímpicos, a modalidade é disputada em provas individuais, por equipes masculinas, femininas e mistas. A cada flecha, somam–se os pontos, anel por anel. Além disso, entram nessa conta chuva, sol, rajadas de vento e, na hora do disparo, o destino do atleta é definido por um centímetro. Em competições longas, uma milimétrica distância pode separar anos de preparação entre a classificação histórica e o resultado esquecido.
Apesar desse caráter dramático, e de suspense, e embora esteja presente no programa olímpico desde 1972, o tiro com arco está longe de figurar entre os esportes mais populares no Brasil. Esse contraste ilumina uma pergunta central: o que faz uma modalidade despontar, ganhar popularidade e atrair novos adeptos? E o que faz um esporte perder força, deixar de chamar atenção ou ser esquecido?
Ao longo da história do esporte brasileiro, várias práticas tiveram picos de visibilidade: o boxe, nos anos 1960, a Fórmula 1, nos anos 1990, e o tênis, na virada dos anos 2000. Cada esporte viveu seu auge impulsionado por fatores específicos, que vão desde ídolos esportivos até repercussão midiática, mas nem todas conseguiram transformar essa onda de entusiasmo do público em prática esportiva pelo país.
Um exemplo dessa oscilação aparece nos dados do levantamento Pesquisas do Ano 2024, do Google. No Brasil, as Olimpíadas lideraram as buscas nacionais, um impulso que pode lançar nomes ao estrelato, mas nem sempre sustenta a modalidade a longo prazo. A ginástica artística vive hoje esse movimento: além de ser o assunto esportivo mais procurado do ano, teve Rebeca Andrade como a personalidade mais pesquisada pelos brasileiros na internet, superando figuras centrais da política e do entretenimento, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a cantora Madonna.
O skate segue uma lógica semelhante com Rayssa Leal entre os nomes mais pesquisados na categoria “esportistas”, ao lado da ginasta Simone Biles e do jogador de futebol Memphis Depay. Esses dados revelam como atletas carismáticos e midiáticos transformam práticas esportivas em fenômenos culturais. Num cenário em que a crise climática, as eleições e o futebol – Eurocopa, Copa América e Copa do Brasil – estão entre os eventos mais procurados, esportes como tiro com arco raramente conseguem romper um ciclo restrito de interesse e se estabelecer no imaginário nacional.

Estrutura, custo e oportunidade
Para a atleta Graziela Yaci, representante do Brasil em competições de tiro com arco, popularizar um esporte é uma equação que depende de elementos básicos. “A gente precisa de estrutura para conseguir emplacar novos atletas. Falta política pública. Se tivessem mais projetos como o que eu participei, teria muito mais gente no esporte”, observa.
Sua trajetória como atleta teve início ainda na adolescência. Às margens do rio Cuieiras, na aldeia Kuanã, a cerca de 65 quilômetros de Manaus, a jovem Graziela Yaci, do povo Karapãna, se organizou com a família para participar de um torneio criado pelo Arquearia Indígena, projeto da Fundação Amazônia Sustentável. Em 2013, era apenas mais uma atividade entre rios e floresta, mas dali sairia o início de um percurso sem fronteiras. Cinco anos depois, ela se tornaria atleta da seleção brasileira e a primeira mulher indígena a representar o país na modalidade em competições internacionais.
Natural de uma região sem energia elétrica direta, onde acompanhar as Olimpíadas pela televisão era um fato raro, Yaci só iniciou os treinos após a instalação de uma escola estadual próxima ao rio, perto da aldeia. Ali, durante as seletivas do projeto, primeiro escolhendo jovens para uma apresentação em Manaus, depois, percorrendo as comunidades ao longo dos rios Cuieiras e Negro, ela foi selecionada entre 12 adolescentes, sendo a única mulher.
A rotina passou a incluir idas semanais à capital amazonense, para treinar tiro com arco olímpico, acompanhada pelo técnico Roberval dos Santos, e retornos à comunidade. Até que, no início de 2014, a atleta se mudou de vez para a Vila Olímpica, em Manaus (AM). Em 2019, ela se mudou para Maricá (RJ). A trajetória que começou na beira do rio e segue por centros de treinamento de alto rendimento evidencia como um projeto local pode contribuir para outro de dimensão nacional.

Nem tudo são medalhas
Essa relação entre oportunidade e visibilidade aparece de forma direta no relato do nadador Gabriel Geraldo dos Santos Araújo, o Gabrielzinho, dono de cinco medalhas de ouro e uma de prata em Jogos Paralímpicos. Para ele, a natação paralímpica cresce quando deixa de ser um evento isolado e passa a ter um caminho objetivo: da base ao alto rendimento. Gabrielzinho também defende a importância de mais atletas participando de competições locais, para uma evolução em trajetória contínua. “Aproveitando mais os atletas de ponta, prova-se que todo mundo pode chegar aonde quiser”.
Além do desempenho dos atletas, outro fator que contribui para ampliar o interesse das pessoas é a visibilidade que recebem da mídia. Para Gabrielzinho, existe uma relação direta entre a exposição da natação paralímpica e o reconhecimento da modalidade como profissão. “Quanto mais pessoas acompanharem o esporte, mais valorização vamos ter”, defende.
Sua história exemplifica a transformação de vidas que o esporte pode gerar. Gabrielzinho nasceu com uma malformação congênita, a focomelia, caracterizada pela ausência dos membros superiores e encurtamento dos membros inferiores. Nadou, nas primeiras vezes, em uma competição escolar em Corinto (MG), incentivado pelo próprio professor de educação física que o levou aos Jogos Escolares de Minas Gerais. Hoje, com múltiplas medalhas, coleciona relatos de crianças e jovens que entraram na piscina inspirados por ele. “É mais do que uma evolução, é uma realização pessoal que me motiva cada vez mais.”
País do futebol
O jornalista e pesquisador Celso Unzelte, professor da Faculdade Cásper Líbero, acredita que a relação da população brasileira com o esporte é marcada por contradições históricas. “O brasileiro não gosta de esporte, gosta de vencer”, analisa. Esse fato explicaria os ciclos de popularidade diretamente relacionados à performance de atletas. Fórmula 1 e tênis são exemplos emblemáticos: seus auges coincidem com eras de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Gustavo Kuerten, o Guga. Já em modalidades como iatismo e tiro isso não ocorre, mesmo com atletas vitoriosos, pois permanecem com baixo engajamento.
Para Unzelte, há ainda um dilema estrutural: a mídia não cobre porque o público não acompanha ou o público não acompanha porque a mídia não cobre? Ele acrescenta que o peso esmagador do futebol, considerado mais do que um esporte, funciona como “traço cultural do dia a dia”. O pesquisador explica que a “monocultura futebolística” reduziu o espaço das outras modalidades, criando um cenário em que o desafio de grande parte das demais práticas esportivas é “conseguir algum espaço”.
Dados do Google Trends entre 2020 e 2025 confirmam a desigualdade na disputa das modalidades por popularidade. Em cinco anos, o termo “futebol” jamais caiu a índices próximos de zero, algo que acontece com quase todas as demais modalidades. O futebol apresentou o maior pico absoluto – 100 pontos – em 30 de julho de 2023, durante a Copa do Mundo Feminina, e manteve estabilidade semanal entre 25 e 30 pontos ao longo de todo o período, sendo o único esporte a conservar interesse contínuo. A ginástica artística, por sua vez, passou praticamente invisível por quase todo o período, com buscas constantes de um ponto. Seu único grande salto ocorreu em 28 de julho de 2024, quando atingiu 44 pontos, coincidindo com as apresentações da ginasta Rebeca Andrade nos Jogos Olímpicos de Paris.
O skate registrou seu maior pico em 25 de julho de 2021 – 37 pontos – exatamente na semana da medalha de Rayssa Leal e da estreia olímpica da modalidade. O surfe alcançou seu recorde em 28 de julho de 2024, com 29 pontos, novamente em período olímpico. Fora desse ciclo, aparece abaixo de um ponto. Os dados revelam que a maior parte dos esportes depende quase exclusivamente do calendário olímpico para chamar atenção, enquanto o futebol se mantém na vida cotidiana.
Diogo Silva, ex-atleta olímpico de taekwondo e atual Coordenador-Geral de Inteligência Esportiva no Ministério do Esporte, concorda que a atenção midiática determina a sobrevivência de uma modalidade. Ele lembra que, a partir de 2012, com o avanço das transmissões pela internet, todas as competições da federação passaram a ser exibidas, mas a diferença entre as plataformas é enorme. “Quando a transmissão se dá em TV aberta, o alcance é extraordinário. Cidades com 15, 10 mil pessoas conseguem ter acesso”, exemplifica. Já a transmissão digital alcança uma parcela menor da população: “Nem todos têm banda larga e celular”. Ele destaca ainda o papel das redes sociais, que aproximam atletas e diferentes públicos. “Você acompanha tudo: treinamento, bastidores e resultados dos atletas.”
Por outro lado, Diogo Silva aponta que o país não conseguiu transformar megaeventos esportivos em políticas duradouras. Para o ex-atleta olímpico, a ausência de modelos sustentáveis faz com que o entusiasmo gerado por Jogos Panamericanos, Copas e Olimpíadas se esgote rapidamente. “É entender que andar de bicicleta é bom, é gostoso, é lazer. Isso é cultura esportiva. Mas não criamos políticas para manter e conduzir essa cultura.”

Mulheres e PCDs
A desigualdade também manifesta-se de forma diferente sobre mulheres e pessoas com deficiência. O Brasil viveu, nos últimos ciclos, uma das trajetórias mais representativas do esporte paralímpico no mundo. Em Paris 2024, alcançou seu melhor desempenho: 89 pódios – 25 ouros, 26 pratas e 38 bronzes – e garantiu, pela primeira vez, um lugar entre os cinco primeiros no quadro geral. Com 280 atletas, a delegação brasileira foi a maior em uma competição fora do país, com recorde também no número de mulheres: 117 convocadas, responsáveis por 43 medalhas, incluindo 13 ouros. Foram seis recordes mundiais, oito paralímpicos e conquistas inéditas em modalidades como badminton, tiro esportivo e triatlo.
Mesmo assim, a atleta Bruna Alexandre, do tênis de mesa, aponta as diferenças de tratamento entre modalidades olímpicas e paralímpicas. “Os Jogos Paralímpicos quase não são transmitidos no Brasil. O Olímpico é transmitido 24 horas”, compara. Para ela, ainda falta o reconhecimento social de atletas com deficiência como profissionais capazes. Bruna Alexandre elogia a estrutura do Comitê Paralímpico Brasileiro e destaca que “resultados não faltam”, mas a visibilidade permanece desproporcional. Em 2024, ela se tornou a primeira atleta paralímpica brasileira convocada também para disputar os Jogos Olímpicos. A classificação foi especial não apenas para ela, mas “para as pessoas com deficiência do Brasil e do mundo”, reforça.
Se, para a tenista de mesa, a barreira principal está na forma como o país enxerga pessoas com deficiência, para Aline Silva, uma das maiores atletas da história do wrestling brasileiro, o desafio passa pela oferta de modalidades e pelo gênero. Fora dos tatames, ela foi a primeira mulher na direção da Confederação Brasileira de Wrestling e idealizadora da ONG Mempodera, que cria trajetórias esportivas para meninas. Ela conta que sua carreira só foi possível porque teve acesso a esportes fora do padrão escolar. “Se eu tivesse contato só com esportes de bola, provavelmente não seria atleta”, constata.

Por isso, Aline Silva defende a ampliação do repertório esportivo no currículo escolar. “Quando a gente oferece esportes diferentes, dá a chance de descobrir novos talentos.” Ainda assim, a atleta lembra que quando mulheres chegam ao alto rendimento, elas enfrentam limitações impostas. No wrestling, ela conta que as mulheres são proibidas de lutar a modalidade greco-romana. “Enquanto a gente for proibida, é impossível equilibrar o jogo. Estamos presentes pela metade.” Ou seja, desigualdades de gênero e de raça ainda atravessam tanto esportes de grande projeção quanto modalidades invisibilizadas. “Isso é na sociedade, no esporte e, também, nas Olimpíadas.”
Futuro possível
Para o pesquisador Odilon José Roble, mestre e doutor em educação e diretor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp), o esporte brasileiro “reproduz as mazelas sociais”, refletindo barreiras que atravessam classe, raça e gênero. É o que chama de “direito de insistir”: jovens pobres, mulheres e pessoas negras têm seus sonhos contestados muito antes de terem qualquer chance real de permanecer na modalidade. “A mulher e a pessoa negra ouvem muito cedo: ‘você está perdendo tempo, vai trabalhar’”, afirma. A pressão social determina quem desiste antes mesmo de experimentar o alto rendimento e explica por que poucas modalidades conseguem permanecer no imaginário popular. “Fora do futebol, a expectativa de ascensão não é validada socialmente”, analisa.
O pesquisador também aponta para um problema quase imperceptível no debate público: o pós-carreira. No Brasil, “o atleta se aposenta aos 25, 30 anos, sem diploma e sem profissão, e é jogado no mercado de trabalho”. A ausência de políticas que articulem esporte e educação torna a trajetória do atleta um risco: quanto mais alto o nível que o esportista alcança, mais difícil se torna conciliar estudos. Odilon José Roble defende o modelo europeu de carreira dupla, no qual bolsas e apoios dependem do desempenho escolar: “O atleta estuda com flexibilidade, recebe apoio condicionado às notas e chega ao fim da carreira com um diploma.” Para ele, essa política não é um luxo, mas uma base para “equalizar oportunidades” e impedir que o esporte se torne apenas um ciclo de ascensão e descarte.
Faz coro a essas ideias o judoca e gestor social Flávio Canto, fundador do Instituto Reação, que vê nos projetos de base um elemento que falta às políticas públicas brasileiras. Canto observa que boa parte das medalhas das últimas Olimpíadas veio de atletas formados em iniciativas sociais – uma novidade dos últimos 10 ou 15 anos.
Para o medalhista olímpico, a qualidade do percurso de um atleta transforma vidas não apenas pela performance, mas pelo que ele chama de “pertencimento”. Ou seja, a estrutura oferecida por um projeto esportivo é capaz de criar um ambiente de proteção, disciplina e de novos horizontes. “Talvez, a coisa mais importante para um jovem seja a sensação de pertencer”, acredita. Iniciativas como o Instituto Reação, com sedes nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Norte, onde crianças e adolescentes treinam ao lado de atletas da seleção brasileira, “o jovem aprende que é possível”, porque a referência está ao seu lado. “Esse ambiente de continuidade e expectativa realista produz atletas, mas gera também cidadãos preparados para o mundo, inclusive aqueles que não seguirão carreira esportiva”, conclui.

Vida em movimento
Unidades do Sesc São Paulo convidam o público a conhecer, experimentar e praticar diferentes modalidades esportivas, na edição de 2026 do Sesc Verão (foto: Matheus José Maria)
O Sesc Verão 2026 inicia suas atividades neste mês com o tema Esporte é Movimento, reforçando a ideia de que o ato de se mexer é uma expressão cultural, encontro e construção de novas formas de viver o território. Entre 3/1 e 15/2, unidades do Sesc em todo o estado oferecem aulas abertas, festivais, vivências, oficinas e atividades recreativas gratuitas, convidando o público a experimentar diferentes modalidades, descobrir outros jeitos de se movimentar e reconhecer o esporte como direito, lazer e espaço de convivência cotidiana.
“A programação parte de uma visão expandida do esporte, entendendo-o como fenômeno em constante transformação, atravessado por afetos, histórias e pelos modos como cada pessoa se relaciona com o próprio corpo”, explica Carol Seixas, gerente na Gerência de Desenvolvimento Físico-Esportivo do Sesc. Para organizar esses elementos, o Sesc Verão adota cinco grandes grupos de práticas: “originárias”, “em expansão ou reemergência”, “comunitárias”, “novas” e “populares”. “São momentos de encontro, descoberta e troca, que incentivam cada pessoa a experimentar diferentes modalidades, reconhecer suas próprias formas de se mover e incorporar o esporte como parte do cotidiano, com prazer e autonomia”, completa Carol Seixas.
Confira destaques de programação nas unidades:
Sesc Verão no Centro
Treinos, bate-papos e vivências esportivas em locais icônicos do centro de São Paulo. Com Vanderlei Cordeiro, Kelvin Hoefler, Bruna Alexandre, Natalia Falavigna, Gabrielzinho e Ayo Frutuoso. Dia 8/1, quarta, das 8h às 20h, Centro de São Paulo. Grátis.
Sesc Verão no MASP
Ação especial dedicada à ginástica e suas múltiplas expressões. Com Julia Soares, Lorrane Oliveira e Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica. Dia 25/1, domingo, 8h às 18h, no vão livre do MASP. Grátis
Circuito de Ginástica Rítmica
Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica realiza uma série especial de apresentações, vivências e encontros em que o público é convidado a conhecer de perto a modalidade. Dia 22/1, às 20h (Araraquara); dia 23/1, às 20h (Pinheiros); dia 24/1, às 10h30 (Guarulhos), e às 16h30 (Bom Retiro); dia 25/1, às 10h30 (Santo Amaro), e às 15h, no vão livre do MASP. Grátis
Circuito com Caio Bonfim
O atleta olímpico convida o público a se aproximar da marcha atlética por meio de demonstrações, treinos abertos e bate-papos. Dia 31/1, às 9h (Campinas), e às 15h30 (Pinheiros); dia 1º/2, às 10h30 (Avenida Paulista), e às 15h (Consolação); dia 5/2, às 20h (Jundiaí); dia 6/2, às 18h30 (Ribeirão Preto); dia 7/2, às 18h e às 20h (Sorocaba); e dia 8/2, às 10h30 (Taubaté). Grátis.
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