O documentário retrata a amizade incondicional entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé, os maiores responsáveis pela criação de um imaginário de baianidade que persiste até hoje. Os três defendiam que a força de suas obras residia em documentar o que viam nas ruas: a resiliência do povo do candomblé, o poder das mulheres, a onipresença do mar. Os livros de Jorge, as canções de Caymmi e as pinturas e esculturas de Carybé consolidaram um modo de estar no mundo dos baianos e influenciaram as gerações de artistas que vieram depois.
O filme integra o projeto CineSesc.
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