Duração: 120 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Teatro
Retirada de ingressos 1h antes
Data e horário
De 28/04/2026 a 28/04/2026
Para dar ampla visibilidade aos resultados do Edital Aldear a Educação Básica, proposto pelo Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (Fneei) e o Instituto Socioambiental (ISA), em parceria com o Instituto Alana, o público é convidado para uma noite de celebração e imersão nos saberes, culturas, histórias e artes indígenas.
Na abertura, uma performance poética de Auritha Tabajara. Na sequência, a anfitriã Chirley Pankará (Anmiga e USP), antropóloga e educadora indígena, apresenta ao público a iniciativa do Edital Aldear a Educação Básica, convidando para uma aula-espetáculo com um dos principais intelectuais indígenas da atualidade, o Prof. Dr. Gersem Baniwa (FNEEI e UnB), com debate da historiadora não indígena Luma Prado (ISA e USP). Após a conversa, Chirley Pankará convocará as dez ações pedagógicas premiadas.
Para encerrar, haverá mini show da artista indígena Brisa Flow.
A atividade integra o projeto “Aldear a Educação”, proposto pelo ISA – Instituto Socioambiental.
Auritha Tabajara é escritora, poeta e contadora de histórias, indígena do povo Tabajara, nascida no Ceará. Conhecida como a primeira cordelista indígena do Brasil. É autora de “Coração na aldeia, pés no mundo” (2018), que recebeu o selo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Também vencedora do Prêmio Jabuti 2024, constrói sua obra entre a oralidade ancestral e a literatura contemporânea.
Chirley Pankará é uma liderança do povo Pankará, assessora política da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (Anmiga), pedagoga e doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como gestora dos Centros de Educação e Cultura Indígena (CECIs) e foi coordenadora-geral de Promoção a Políticas Culturais no Ministério dos Povos Indígenas.
Gersem Baniwa do povo Baniwa, Gersem é ativista, antropólogo, escritor, professor do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB) e coordenador-geral do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (Fneei). Atuou como diretor da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).
Luma Ribeiro Prado é historiadora e professora. Lidera a Iniciativa de Educação no Instituto Socioambiental (ISA). Mestra e doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), é autora de “Cativas litigantes” (Elefante, 2024). Há mais de oito anos, com foco na Lei 11.645/2008, atua na formação continuada de professores e como autora, revisora e parecerista de materiais didáticos.
Brisa Flow é uma artista, rapper e cantora de origem Mapuche, do sul do Chile. Filha de um casal de artistas chilenos, nascida em Minas Gerais, iniciou seu processo artístico em Belo Horizonte e mistura a levada latina com rap, eletrônico e neo/soul. Seu primeiro álbum, de 2016, foi selecionado como um dos 20 melhores lançamentos daquele ano pelo Estadão.
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