Amana, do Tupi, água que vem do céu. A água, este elemento feminino, conduz o caminho deste rito para evocar a história de duas irmãs separadas por uma tragédia. Uma cena em que momento presente e memória se misturam para contar as lembranças amorosas, a luta e o luto. Relembra a história de Magó, a bailarina vítima de feminicídio, que tocou o coração do mundo com sua história. A narrativa é construída com movimento, palavra e depoimento, e é corpo pulsante e memorioso. De forma poética e sensível, as criadoras Ana Clara Poltronieri Borges e Tânia Farias fazem do espetáculo um gesto de basta ao feminicídio e à violência que todas as mulheres vivem cotidianamente.
FIicha técnica:
Direção: Tânia Farias
Coreografia: Ana Clara Poltronieri Borges e Maria Glória Poltronieri Borges
Intérprete: Ana Clara Poltronieri
Dramaturgia: Ana Clara Poltronieri e Tânia Farias
Iluminador: Leandro Gass
Trilha sonora original: Adilson Filho e Daniel Lupo
Operação de sonoplastia e projeção: Vanderlei Junior
Vídeo da projeção: Daniel Lupo, Maurício Borges e Max Miranda
Concepção cenográfica: Tânia Farias
Arquiteta das peças em acrílico: Fernanda di Benedetto
Execução cenográfica: Infinity CNC e JRC de Souza
Concepção figurino: Tânia Farias
Execução figurino: Tecido de Lua
Produção: Cia. Duo Due
Duração: 40 min.
Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.