atividade presencial
Grátis
Local: Espaço Provisório – 3º andar
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência
Datas e horários
03/10 a 01/11
A sessão parte da tríade formada por quem amarra, quem é amarrado e quem observa. Cada uma dessas posições produz uma escuta própria, e é dessa dinâmica que emerge a matéria do desenho. O objetivo é proporcionar uma experiência sensorial que ative o olhar e a presença, explorando a imobilidade, o gesto e as relações construídas no espaço. Não é necessária experiência prévia o que se pede é disponibilidade para perceber.
A atividade propõe uma introdução ao desenho de observação a partir da prática do shibari, técnica japonesa de amarração, explorando suas dimensões estéticas, históricas e formais. Ao longo de três horas, o encontro articula momentos de apresentação, contextualização teórica sobre a história, os princípios, os materiais e os cuidados envolvidos na prática, exercícios de aquecimento para preparar o corpo e o olhar e sessões de desenho de observação com modelo em shibari ao vivo. Ao final, uma conversa coletiva promove o compartilhamento das produções e reflexões sobre os processos de criação e percepção desenvolvidos durante a experiência.
MATERIAIS NECESSÁRIOS:
Cada participante deverá trazer seus próprios materiais de desenho: papel A3 ou A4 (ou maior) e materiais de riscagem de livre escolha, como grafite, carvão, canetas ou pastel.
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Sansa Rope é artista, pesquisadora e educadora de shibari. Desenvolve uma prática que articula performance, instalação, fotografia e escultura, utilizando o corpo e o shibari como ferramentas de investigação artística. Atua também como formadora por meio da Rope Store, ministrando cursos e workshops, além de colaborar com projetos nas áreas da música e do audiovisual.
Erica Storer é artista visual e educadora, graduada em Artes Visuais pela UFPR. Sua pesquisa transita entre performance, vídeo e instalação, investigando relações entre corpo, trabalho e ficção. Participou de importantes exposições e residências no Brasil e no exterior e, desde 2024, desenvolve trabalhos em colaboração com Sansa Rope, entre eles a performance Há Quedas Por Vir.
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