Data e horário
12/08 a 12/08
Há 4 mil anos o clima da região amazônica mudou e novas camadas de conchas e terra foram adicionadas ao sítio. Neste segundo episódio da série “Amazônia, Arqueologia da Floresta”, a equipe encontra muitos vestígios de um cemitério datado dessa época. Adornos e uma galhada de veado são encontrados junto aos ossos humanos. Os arqueólogos acompanham os Tupari até a antiga aldeia do Laranjal, local em que viviam e do qual tiveram que sair por causa da criação da Reserva Biológica do Guaporé, em 1983.
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A série “Amazônia, Arqueologia da Floresta” acompanha as pesquisas realizadas no sítio arqueológico Monte Castelo, em Rondônia. Conduzida pelo arqueólogo Eduardo Góes Neves, a série mostra que a presença humana ajudou a moldar a floresta e que, ao contrário do que até então se pressupunha, a Amazônia sempre foi ocupada e transformada pelos povos que a habitam.
Em parceria com os moradores da aldeia Palhal, da etnia Tupari, as escavações encontraram vestígios preservados por milênios entre camadas de conchas e terra. São restos de fauna, sementes de plantas, cerâmicas e ossos humanos, indícios de como viviam os povos da Amazônia há 4.000 anos. Divida em 4 episódios, a série tem direção e montagem de Tatiana Toffoli, produção da Elástica Filmes e realização do SescTV.
Acompanhe a continuação, na sessão do dia 19 de agosto.
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