Foto: Lia D Castro. O passante, 2021. Cortesia da artista.
Foto: Lia D Castro. O passante, 2021. Cortesia da artista.

Arte, Ecologia e Diáspora

Com Bruna de Jesus Silva

Centro de Pesquisa e Formação

16

atividade presencial

R$ 15,00 Credencial Plena
R$ 25,00 Meia entrada
R$ 50,00 Inteira

Local:  CPF - 4º andar

Datas e horários

20/10 a 17/11

20/10 • • 19h00
27/10 • • 19h00
03/11 • • 19h00
10/11 • • 19h00
17/11 • • 19h00
Foto: Lia D Castro. O passante, 2021. Cortesia da artista.
Foto: Lia D Castro. O passante, 2021. Cortesia da artista.

De 20/10 a 17/11, terças, das 19h às 21h30

Ampliar o entendimento sobre a concepção de ecologia mobilizada por artistas como: Torkwase Dyson, Rômulo Vieira Conceição, Castiel Vitorino Brasileiro, Rebeca Carapiá e Rosana Paulino. Para isso, além do trabalho dos artistas, apresento a produção de pensamento de filósofos e intelectuais que também refletem sobre o tema: Achille Mbembe, Malcom Ferdinand e Nego Bispo. Logo, o objetivo é ascender o debate sobre a diáspora, a fuga, as narrativas que permeiam as existências do ser negro no mundo. A proposta está comprometida, com a fruição e a mediação do trabalho de artistas negros que compartilham a ideia de ecologia. Pois as pessoas interessadas serão convidadas a observar, analisar, refletir questões contidas no trabalho dos artistas mencionados. Questões que atravessam dimensões individuais e coletivas da vida, como por exemplo o racismo. Portanto, além do reconhecimentos de questões sensíveis e problemáticas que envolvem o meio-ambiente e o racismo, entraremos em contato com a projeção de imaginários criativos, poéticos, estéticos, caminhos que ampliam as possibilidades de resposta ao problema.

Encontro 1 – 20/10 – Achille Mbembe, Jota Mombaça

Encontro 2 – 27/10 – Torkwase Dyson, Rômulo Vieira Conceição

Encontro 3 – 03/11 – Édouard Glissant, Rebeca Carapiá

Encontro 4 – 10/11 – Castiel Vitorino Brasileiro, Malcom Ferdinand

Encontro 5 – 17/11 – Rosana Paulino, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung

Bruna de Jesus Silva é filósofa, pesquisadora e educadora. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ e licenciada pela UNESP, é especialista em filosofias africanas e afro-brasileiras. A partir do conceito de biblioteca colonial de Valentin Mudimbe investiga narrativas, personalidades e epistemologias que desafiam a colonialidade. Trabalha na área da educação em importantes instituições culturais e museus, como por exemplo no MIS, unidades do SESC SP e na Fundação Bienal de São Paulo. Em 2025 participou da residência JUNTÓ no Instituto Tomie Ohtake e coordenou o educativo da exposição Ònà Irin: Caminho de Ferro da artista Nádia Taquary no SESC Belenzinho.

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