Arte popular para quê? Popular para quem?
Arte popular para quê? Popular para quem?

Arte popular para quê? Popular para quem?

Com Amanda Tavares

Avenida Paulista

Duração: 120 minutos

18

atividade presencial

R$ 9,00 Credencial Plena
R$ 15,00 Meia entrada
R$ 30,00 Inteira

Local:  Tecnologias & Artes (4° andar)

Inscrições online a partir de 26/8, 14h, para Credencial Plena e, em caso de vagas remanescentes, 27/8, 14h, para público em

Datas e horários

15/09 a 23/09

15/09 • • 19h30
16/09 • • 19h30
22/09 • • 19h30
23/09 • • 19h30
Arte popular para quê? Popular para quem?
Arte popular para quê? Popular para quem?

O curso examina os conceitos de arte popular e cultura popular como categorias históricas, discursivas e epistemológicas no campo da arte moderna e contemporânea. Partindo de sua formulação no pensamento social e estético do século XX, o curso analisa os modos pelos quais esses termos foram mobilizados por projetos modernistas, nacionalistas e desenvolvimentistas, bem como por práticas curatoriais, museológicas e antropológicas. Investiga-se a constituição dessas categorias enquanto dispositivos de classificação, hierarquização e mediação cultural. O curso aborda ainda os deslocamentos contemporâneos desses conceitos no contexto da arte global, discutindo seus usos críticos, estratégicos ou instrumentalizados em exposições, políticas culturais e discursos institucionais. Busca-se compreender como a noção de cultura e arte popular operam como campo de disputa simbólica, econômica e política, interrogando seus limites teóricos e suas possibilidades críticas no sistema da arte.

Amanda Tavares é doutora e pós-doutora em História da Arte, atua no campo de pesquisa e curadoria para exposições e publicações. Entre os trabalhos mais recentes, estão: curadoria adjunta na exposição Fullgás: artes visuais e anos 80 no Brasil (2024-2025/CCBB); curadoria da exposição Arena, de Felipe Rezende (Galeria Leme, 2025); organização da coletânea “Arte Popular: modos de usar” (2025/Instituto Tomie Ohtake e Editora Martins Fontes, SP); coordenação editorial da 14a Bienal do Mercosul (2025); pesquisa, assistência de curadoria e coordenação dos programas públicos na 22ª Bienal SESC VideoBrasil (2023-2024/ SESC 24 de maio). Em 2024, foi membro do OPENING Lisbon 2024 Award, na Feira ARCO Lisboa. Sua pesquisa acadêmica sobre arte moderna e contemporânea no Brasil em articulação com a arte popular tem sido apresentada dentro e fora do país, como no seminário I Can See It All Even With My Eyes Closed – A Virtual Seminar on the Life and Art of Madalena Santos Reinbolt (2025/American Folk Art Museum, NY) e no colóquio Reunião da Primavera: 30 anos da Fundação Arpad Szenes-Vieria da Silva (2024, FAZVS, Lisboa).

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