atividade presencial
Local: Auditório
Venda online a partir de 4/8, às 17h, e nas bilheterias a partir de 5/8, às 17h, em toda a rede Sesc SP.
Chico e a Lua é um diário íntimo de amor transformado em um baile intimista de voz e violão. Cantar canções românticas é um gesto democrático, um modo de envolver um público diverso. E o que é o amor na canção, senão aquele que se reconhece na música dos quintais, nos bares, nos carnavais, nos motéis, nas noites que parecem eternas e nos dias que doem ao amanhecer?
O amor afinal pode ser visto como uma forma de resistir. Chico e a Lua é a união de dois amigos: Chico Salem e Lua Reis. O projeto, que vem se formando há um ano, transforma a atmosfera em algo acolhedor e dinâmico, como se convidasse o público para um encontro. Participações especiais de Fábio Sá e Andreia Dias.
Lua Reis, voz do Carnaval, cantora dos blocos Nóis Trupica Mais Não Cai e Bastardo, estreia ao lado de Chico, com seu timbre forte e delicado. Desde o início de sua carreira, se aprofundou na pesquisa musical eclética do universo amoroso e dramático, carregando em suas interpretações, amores e desamores de compositores alicerces como Ataulfo Alves e Cartola, assim como de parte do repertório que hoje compõe o show Chico e a Lua, como Homem, de Andreia Dias e Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme, do repertório de Reginaldo Rossi.
Chico Salem, cantor, compositor e instrumentista ao lado de grandes nomes como Arnaldo Antunes, apresenta também algumas de suas composições, como Obsessão, parceria com Zeca Baleiro, e Se Eu Te Encontrar, parceria com Wen, que canta: “Vou morar no infinito do seu olhar. Que me faz enxergar. Que tudo que há pode ser mais bonito”. Um espelho de versos que dialogam com clássicos como Talismã, de Michael Sullivan e Paulo Massadas, sucesso na voz de Leandro & Leonardo: “Só você que me ilumina, meu pequeno talismã.” Intensidade que é entoada de maneira direta em Na fissura, parceria de Chico com Arnaldo Antunes e Betão Aguiar: “Vamos deixar de frescura, paixão assim ninguém segura”.
A liberdade afetiva e sexual também é celebrada, como na já cinquentenária A Maçã, de Raul Seixas, em conexão com Amor de Que, de Rodrigo Gorky, Maffalda, Zebu, Pablo Bispo e Arthur Marques, sucesso na voz de Pabllo Vittar. “Amor só dura em liberdade. O ciúme é só vaidade” – de Raul para Pabllo. “Eu espero que você entenda que o meu amor é amor de quenga”.
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