Duração: 240 minutos
atividade presencial
Local: Estúdio (4º andar)
Inscrições online a partir de 24/6, 14h, para Credencial Plena, e 26/6, 14h, para público em geral.
Este curso oferece um primeiro contato com a dublagem, trazendo explicações do que é a dublagem brasileira, como funciona, quais são as técnicas, os tipos de dublagem e seus requisitos básicos para começar nesse meio.
Alexandre Apolinário iniciou no teatro em 2017 na Cia. Os Satyros e lá realizou as peças “Se Essa Rua Fosse Minha”, “Vida Bruta” e “Se Liga!”, com os Satyros Teens, projeto idealizado por Rodolfo García Vázquez. Cursou atuação na SP Escola de Teatro em 2018. No mesmo ano foi convidado a participar do espetáculo infantil “As Aventuras do Boi Beleza”, dirigido por Renato Gama, com a Sá Menina Produtora, apresentando-se em vários palcos de SP, como Teatro Oficina e Theatro Municipal de São Paulo. No audiovisual realizou as séries “Sentença” (2022, Prime Vídeo) e “Boca a Boca” (2020, Netflix), além do longa-metragem “O Inferno de Cada Um” de Miguel Rodrigues. Desde 2021 trabalha ativamente com dublagem, tendo dado voz a personagens como “K’Sante” do jogo “League Of Legends” e participado da dublagem de filmes e séries, como “Bob Marley: One Love”, “Mufasa”, “Helio”, “Campeões”, reality shows como “Round 6: O Desafio”, e também animes como “Castlevania: Noturno”, “One Piece” e “Pelo Prisma do Amor”.
Angélica Santos é uma profissional da área que atua como atriz, dubladora, diretora de dublagem e diretora de voz original. Seu envolvimento nas artes iniciou-se em 1982 como atriz, adentrando o mundo da dublagem em 1983. Assumiu a posição de diretora de voz original em 1990 e diretora de dublagem em 1996. Ao longo dos anos deu sua voz a uma variedade de personagens, como: Cebolinha, na “Turma da Mônica”; Kevin Arnold na série “Anos Incríveis”, Huguinho, Luizinho e Zezinho na série Duck Tales; Senninha na série “Senninha na Pista Maluca”; Hope Van Dyne/Vespa, interpretada por Evangeline Lilly em “O Homem Formiga”; Charlotte na série “Sex and the City”; Sonya Blade no jogo “Mortal Combat”, Kate em “Lost”, entre outros. Nos bastidores, também foi Coordenadora Artística da Bráscontinental Álamo, famoso estúdio de dublagem de São Paulo, onde desempenhou um papel crucial de 1997 a 2004. Além de suas realizações artísticas, ela desempenha um papel ativo em comissões relacionadas ao setor de dublagem e nas negociações de acordos coletivos de dublagem em São Paulo, acumulando mais de 25 anos de experiência. Angélica também é co-fundadora e representante do Movimento Dublagem Viva no Brasil, uma iniciativa que tem como propósito promover a reflexão e a contribuição em ações e projetos ligados diretamente aos interesses do setor de arte e cultura e criar um espaço de diálogo e colaboração, onde as vozes da comunidade de dublagem possam ser ouvidas e consideradas nas discussões políticas e legislativas.
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