Fotos Mateus Fernandes
Fotos Mateus Fernandes

Copa na Calçada

com Caluz

Sesc na Copa

Santana

Duração: 120 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Ação Externa

Datas e horários

04/06 a 05/06

04/06 • Quinta • 15h00
05/06 • Sexta • 15h00
Fotos Mateus Fernandes
Fotos Mateus Fernandes

A Copa do Mundo também é festa! Para rememorar e celebrar a tradição comunitária de pintar a rua, as crianças dos programas infantojuvenis socioeducativos e físico-esportivos são convidadas a decorar a rua Jair Moraes, imediatamente ao lado da saída do estacionamento do Sesc Santana.

No Brasil, a Copa do Mundo ultrapassa o futebol e se transforma em manifestação cultural coletiva. Uma das tradições mais marcantes é a pintura das ruas pelos próprios moradores, sobretudo nas periferias e subúrbios. Os grupos de vizinhos se organizam para desenhar bandeiras, mascotes, jogadores e símbolos nacionais no asfalto.

A prática fortalece o senso de pertencimento e comunidade: moradores se encontram, arrecadam materiais, dividem tarefas e transformam a rua em espaço de convivência e socialização de crianças, adolescentes e adultos. Mais do que decoração, é um ritual que anuncia a chegada da Copa e cria memórias afetivas que atravessam gerações.

Pintar a rua é, ao mesmo tempo, expressão artística, celebração popular e demonstração de união – uma forma muito brasileira de viver o futebol como festa coletiva.

Em preparação para a Copa do Mundo de 2026 e com objetivo de rememorar e celebrar esta tradição comunitária, as crianças dos programas socioeducativos e físico-esportivos – Curumim, Esporte Criança – 6 a 10 anos e Esporte Jovem – 10 a 13 anos – são convidados a decorar a rua Jair Moraes, imediatamente ao lado da saída do estacionamento do Sesc Santana.

Caroline Luz, mais conhecida na cena como Caluz, é artista visual, muralista e arte-educadora residente na Zona Norte de São Paulo. Formada em Artes Visuais pela FMU e pós-graduada em Arte-Educação pelo SENAC, atua como artista e educadora desde 2013. Seu trabalho tem como poética a vivência de mulheres racializadas brasileiras, a partir de memórias familiares e saberes matriarcais. Esses retratos que poderiam ser nossas mães, avós ou irmãs, evocam cultura, identidade e busca por pertencimento, valorizando histórias cotidianas e vivências coletivas. A artista utiliza vários suportes, entre pintura, ilustração, cerâmica e murais urbanos, encontrando no graffiti um espaço de diálogo direto com a sociedade. Já colaborou com projetos como PerifaCon, Fábricas de Cultura, Virada Cultural, Sesc e Pimp My Carroça, além de desenvolver projetos com marcas como Youcom e Asics.

Quinta-feira – 04/06/2026
15h às 17h – Público espontâneo

Sexta-feira – 05/06/2026
15h às 17h – Público espontâneo

 

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