Duração: 120 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Sala de Múltiplo Uso - 3º andar
Datas e horários
05/08 a 26/08
Entre nós: Conectando histórias é um projeto voltado a mães e pais atípicos, pensado como um espaço de escuta, troca e acolhimento. Ao longo dos encontros, os participantes serão convidados a compartilhar experiências, refletir sobre os desafios do cotidiano e fortalecer redes de apoio, com foco no autocuidado emocional e no bem-estar. A proposta reconhece a importância de cuidar de quem cuida, estimulando práticas que promovam o equilíbrio, a saúde mental e a construção de vínculos a partir de histórias vividas em comum.
Em agosto, acontece o curso de crochê com o Coletivo Azói, que propõe a criação de peças utilizando sacolas plásticas, um material acessível e presente no dia a dia. Os participantes são convidados a aprender a fazer novelos de fios de plástico de maneira descomplicada e, em seguida, a intervir sobre esse material através das técnicas do crochê livre para fazer uma bolsinha para guardar o celular. Pensada para todos os níveis de experiência no crochê (inclusive quem nunca fez), é proposta a confecção de pelo menos uma peça completa. Cada pessoa participante receberá acompanhamento de acordo com suas necessidades, desenvolvendo um pequeno projeto pessoal ao longo dos encontros ou simplesmente empenhando-se em aprimorar seu conhecimento em crochê.
Poliana Moreira, é uma mulher negra de 28 anos, co-fundadora da ONG Instituto Progueto, situada no jardim Jaqueline, periferia da zona oeste de São Paulo. Atua como arte educadora e produtora cultural, também é graduanda em artes visuais.
Helô Santos, é uma mulher negra de 30 anos de uma das muitas periferias de Mauá no ABC Paulista, arte educadora e artista têxtil é formada em história e pós-graduada em arte educação.
Tres Maglio é uma pessoa trans não-binária, tem 29 anos de idade e nasceu em Osasco. Graduando em Artes Visuais pela ECA-USP, atua com múltiplas linguagens artísticas, arte-educação e produção cultural.
Jasmin Oxmani, é uma mulher de raízes andinas de 36 anos, nasceu na periferia da zona leste de São Paulo onde reside até hoje. Atua com arte educação, produção cultural, design e é estudante de Artes Visuais.
Rogeria Rosa é uma mulher trans, tem 45 anos, é natural do Rio de Janeiro e atualmente reside no centro de São Paulo. Educadora social, artesã e multiartista, faz parte do coletivo Tem Sentimento onde trabalha com redução de danos.
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