atividade presencial
Grátis
Local: Nas últimas décadas, a América Latina tem vivenciado a intensificação de práticas extrativistas ligadas à exploração de recursos naturais, aprofundando desigualdades e impactos socioambientais. Nesse contexto, consolidam-se áreas marcadas pela concentração de atividades intensivas em natureza, como o setor minerário, ao mesmo tempo em que emergem diferentes formas de organização e resistência social. A mesa propõe discutir o modelo civilizatório associado ao chamado neoextrativismo, analisando seus efeitos sobre os territórios e as populações. Também aborda as lutas sociais por territórios livres de mineração no Brasil, reunindo perspectivas críticas sobre desenvolvimento, meio ambiente e justiça social. Essa atividade faz parte da 8ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária/1º Jornada pela Soberania Popular na Mineração no Brasil, uma pareceria entre o Sesc Franca e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) da Unesp Franca. Minibio: Raquel Santos Sant'Ana é doutora e livre docente em Serviço Social, professora adjunta da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquista Filho" (UNESP), campus de Franca - SP. É uma das coordenadoras do Núcleo Agrário Terra e Raiz (NATRA), grupo interdisciplinar de extensão universitária que atua junto aos movimentos sociais da região de Franca e Ribeirão Preto,SP. É autora e organizadora de livros e capítulos de livros que tratam da questão agrária, e artigos sobre a temática da extensão universitária, movimentos sociais, agroindústria canavieira, assistência social, segurança e soberania alimentar e nutricional e serviço social. Andréa Luisa Zhouri Laschefski possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1984), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e doutorado em Sociologia pela Universidade de Essex, Inglaterra (1998). Atualmente é professora titular aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais onde criou as linhas de pesquisa Meio Ambiente e Sociedade na pós-graduação em Sociologia (1999-2012) e Território, Poder e Ambiente na pós-graduação em Antropologia. Em 2002 criou o Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA-UFMG) e coordenou a equipe de criação do curso de graduação em Ciências Socioambientais pelo REUNI. Atuou em ensino, pesquisa e extensão abordando os temas dos Conflitos Socioambientais, Justiça Ambiental, Grandes projetos como mineração e hidrelétricas, Organizações Não-Governamentais, Ecologia Política. Foi membro da diretoria da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Ciências Sociais (ANPOCS gestão 2011-2012) e da Associação Brasileira de Antropologia (ABA gestão 2011-2012), Coordenadora do Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos (gestão 2011-2012 e 2021-2022). Foi fellow do projeto desiguALdade.net do Instituto Iberoamericano de Berlim em conjunto com o Instituto Latinoamericano da Universidade Livre de Berlim (dezembro de 2013), bolsista Estágio Senior da CAPES na FU Berlin e na Universität Kassel, Alemanha (2017) e membro do conselho científico da SBPC (2021-2023). É pesquisadora do CNPq e foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia (2023-2024). Karina Martins é mulher negra da periferia de São Paulo, vindo de uma família que se aquilomba na zona leste, mas que parte de sua origem vem do Quilombo do Baú na região de Milho Verde - MG, sua vivência na periferia permitiu um olhar atento as injustiças sociais e enquanto uma sujeita negra, mulher e deficiente física se colocando na luta por direitos, teve vivências com as Comunidades Eclesiais de Base e a Pastoral da Juventude, momento este que se aproxima dos movimentos sociais urbanos e rurais, especificamente com Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST, participa ativamente como militante política, coordenadora do coletivo de cultura e secretária estadual da organização até 2010. Construiu uma trajetória no campo das artes,contribuindo na organização dos coletivos de teatro de São Paulo em diálogo com os movimentos sociais e participa do Coletivo de Teatro Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Arte até 2019. Graduada em Filosofia pela Universidade Metodista de São Paulo (2009), com extensão em Diálogos entre filosofia, cinema e humanidades (2012), pela PUC - SP e extensionista Introdução aos Estudos de África - USP (2019), tem construindo uma vida de docente junto à prática militante e hoje é dirigente política do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração - MAM e professora da educação básica de Filosofia e Sociologia nas escolas: Escola Estadual Professora Irene de Lima Paiva (São Paulo) e Colégio Parthenon (Guarulhos), além da atuação no campo da Filosofia e Sociologia, os debates que realiza e estuda tem como eixo central: racismo estrutural, raça, classe e gênero, mineração, arte e cultura e racismo ambiental.
Data e horário
De 06/05/2026 a 06/05/2026
Nas últimas décadas, a América Latina tem vivenciado a intensificação de práticas extrativistas ligadas à exploração de recursos naturais, aprofundando desigualdades e impactos socioambientais. Nesse contexto, consolidam-se áreas marcadas pela concentração de atividades intensivas em natureza, como o setor minerário, ao mesmo tempo em que emergem diferentes formas de organização e resistência social.
A mesa propõe discutir o modelo civilizatório associado ao chamado neoextrativismo, analisando seus efeitos sobre os territórios e as populações. Também aborda as lutas sociais por territórios livres de mineração no Brasil, reunindo perspectivas críticas sobre desenvolvimento, meio ambiente e justiça social.
Essa atividade faz parte da 8ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária/1º Jornada pela Soberania Popular na Mineração no Brasil, uma pareceria entre o Sesc Franca e a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) da Unesp Franca.
Minibio:
Raquel Santos Sant’Ana é doutora e livre docente em Serviço Social, professora adjunta da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquista Filho” (UNESP), campus de Franca – SP. É uma das coordenadoras do Núcleo Agrário Terra e Raiz (NATRA), grupo interdisciplinar de extensão universitária que atua junto aos movimentos sociais da região de Franca e Ribeirão Preto,SP. É autora e organizadora de livros e capítulos de livros que tratam da questão agrária, e artigos sobre a temática da extensão universitária, movimentos sociais, agroindústria canavieira, assistência social, segurança e soberania alimentar e nutricional e serviço social.
Andréa Luisa Zhouri Laschefski possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1984), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e doutorado em Sociologia pela Universidade de Essex, Inglaterra (1998). Atualmente é professora titular aposentada da Universidade Federal de Minas Gerais onde criou as linhas de pesquisa Meio Ambiente e Sociedade na pós-graduação em Sociologia (1999-2012) e Território, Poder e Ambiente na pós-graduação em Antropologia. Em 2002 criou o Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (GESTA-UFMG) e coordenou a equipe de criação do curso de graduação em Ciências Socioambientais pelo REUNI. Atuou em ensino, pesquisa e extensão abordando os temas dos Conflitos Socioambientais, Justiça Ambiental, Grandes projetos como mineração e hidrelétricas, Organizações Não-Governamentais, Ecologia Política. Foi membro da diretoria da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Ciências Sociais (ANPOCS gestão 2011-2012) e da Associação Brasileira de Antropologia (ABA gestão 2011-2012), Coordenadora do Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos (gestão 2011-2012 e 2021-2022). Foi fellow do projeto desiguALdade.net do Instituto Iberoamericano de Berlim em conjunto com o Instituto Latinoamericano da Universidade Livre de Berlim (dezembro de 2013), bolsista Estágio Senior da CAPES na FU Berlin e na Universität Kassel, Alemanha (2017) e membro do conselho científico da SBPC (2021-2023). É pesquisadora do CNPq e foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia (2023-2024).
Karina Martins é mulher negra da periferia de São Paulo, vindo de uma família que se aquilomba na zona leste, mas que parte de sua origem vem do Quilombo do Baú na região de Milho Verde – MG, sua vivência na periferia permitiu um olhar atento as injustiças sociais e enquanto uma sujeita negra, mulher e deficiente física se colocando na luta por direitos, teve vivências com as Comunidades Eclesiais de Base e a Pastoral da Juventude, momento este que se aproxima dos movimentos sociais urbanos e rurais, especificamente com Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST, participa ativamente como militante política, coordenadora do coletivo de cultura e secretária estadual da organização até 2010. Construiu uma trajetória no campo das artes,contribuindo na organização dos coletivos de teatro de São Paulo em diálogo com os movimentos sociais e participa do Coletivo de Teatro Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Arte até 2019. Graduada em Filosofia pela Universidade Metodista de São Paulo (2009), com extensão em Diálogos entre filosofia, cinema e humanidades (2012), pela PUC – SP e extensionista Introdução aos Estudos de África – USP (2019), tem construindo uma vida de docente junto à prática militante e hoje é dirigente política do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração – MAM e professora da educação básica de Filosofia e Sociologia nas escolas: Escola Estadual Professora Irene de Lima Paiva (São Paulo) e Colégio Parthenon (Guarulhos), além da atuação no campo da Filosofia e Sociologia, os debates que realiza e estuda tem como eixo central: racismo estrutural, raça, classe e gênero, mineração, arte e cultura e racismo ambiental.
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