Foto: Divulgação
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Formas de narrar um corpo

Com Rita von Hunty e Andreone Medrado

Programações com Recursos de Acessibilidade

24 de Maio

Duração: 150 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local: Teatro - 1º subsolo

Retirada de ingressos 1h antes, no local.

Data e horário

25/06 a 25/06

25/06 • Quinta • 19h00
Foto: Divulgação
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Rita von Hunty lança seu primeiro livro, Formas de narrar um corpo, que inaugura a Coleção Reticências da Editora Planeta. Na obra, a autora reúne sociologia, psicanálise, literatura e política para refletir, de forma clara e acessível, sobre como os corpos são representados e quem tem espaço para produzir conhecimento.

Em Formas de narrar um corpo, a atriz, crítica cultural, professora e educadora popular reflete sobre quem pode ocupar os espaços de saber e como determinados corpos são narrados, autorizados ou interditados. Ao situar gênero e sexualidade como discursos de poder, desmonta teorias que se pretendem universais e revela seus recortes históricos, sociais e ideológicos, evidenciando aquilo que foi naturalizado como neutro.

Entre sociologia e psicanálise, literatura e política, a autora constrói uma crítica localizada e didática, que articula experiência, teoria e desejo de transformação, convocando leitoras e leitores a reconhecerem os mecanismos que os constituem – e, a partir daí, se organizarem e agirem, para que se tornem sujeitos da própria história.

O livro integra e inaugura a Coleção Reticências, iniciativa da Planeta que reúne vozes diversas para pensar o contemporâneo a partir de encontros e entrevistas gravadas. O resultado são textos vivos, acessíveis e provocativos, sobre temas diversos, que convidam o leitor a acompanhar o pensamento e se inserir nele.

Símbolo de acessibilidade em Libras A atividade conta com recurso de acessibilidade em Libras.

Sobre a autora
Rita von Hunty é atriz, crítica cultural, professora e educadora popular, com atuação em universidades, escolas e movimentos sociais no Brasil e no exterior. Colaborou com mais de 25 livros, sendo dois deles finalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico em 2025. No mesmo ano, foi convidada pela UnB para a aula magna de abertura do semestre letivo.

Em 2023, a convite da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), fez a conferência de reabertura do curso de formação em Direitos Humanos.

“Formas de narrar um corpo”, da Coleção Reticências da Editora Planeta, é seu primeiro livro solo.

Sobre a debatedora
Andreone Teles Medrado é uma pessoa negra, travesti, não monogâmica e não heterossexual. É psicóloga, bióloga, pesquisadora, escritora, artista, fotógrafa, podcaster, e palestrante. No doutorado estudou influência do nojo na atratividade sexual e na religiosidade humana, com um olhar para a questão de gênero e da percepção da sexualidade. Seus estudos também compreendem o processo de racialização no Brasil, sobretudo a racialização negra, com articulações entre sexualidade, identidade de gênero e afetividades (com destaque para relacionamentos interraciais e não monogâmicos).

Andreone é uma das pessoas fundadoras do primeiro Coletivo Negro – o Escuta Preta – no Instituto de Psicologia na USP e atualmente compõe a Coordenação Executiva do Núcleo de Consciência Negra na USP, no cargo de Coordenadora Geral. Em 2017 criou o Blog Devaneios Filosóficos, no qual escreve ensaios críticos sobre a sociedade e sobre subjetividades humanas, poemas reflexivos e crônicas existencialistas.

É co-autora do livro Não Monogmia: trãnsitos entre raça, gênero & sexualidade, publicado pela Editora Telha em novembro de 2023. E autora do livro Ensaios sobre o Colonialismo – higienização, corpos, fé e subjetividades em disputa, também pela Editora Telha (2025).

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