Duração: 180 minutos
atividade presencial
Local: Sala de Oficina 1
Datas e horários
08/10 a 05/11
Tomando a fotografia como um território de memória, a oficina convida os participantes a criar novas narrativas visuais por meio da pintura e de outras técnicas de intervenção, como colagem, bordado, desenho e escrita. O que criamos a partir de uma fotografia? Como produzimos imagens de presença e de ausência? Quais histórias escolhemos preservar e quais foram historicamente apagadas?
O projeto parte da tradição da foto-pintura popular brasileira como linguagem artística e prática de preservação da memória. Durante décadas, a foto-pintura foi utilizada para restaurar, colorir e reinventar retratos familiares, tornando-se uma importante tecnologia afetiva de construção de lembranças.
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Danirampe é artista, educadora e assistente de arte. Filha de tapuyas cearenses migrantes, reside em São Paulo. É graduada em artes visuais, teve sua obra Comigo ninguém pode exposta em todas as sete Caixas Culturais do Brasil fazendo parte da exposição Mulheres que mudaram 200 anos. Compôs a ocupação do 9° andar do Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo em diálogo com a exposição Xingu: Contatos. Ilustrou em 2022 o livro O Casamento entre o Céu e a terra de Leonardo Boff, participou da I, II e III edição da Feira Margens realizada pelo Museu Afro Brasil e da exposição coletiva IlustraDelas, realizada pelo Pátio Metrô São Bento em 2020.
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