Foto: Felipe Rodrigues
Foto: Felipe Rodrigues

Hereditária

com idealização de Moira Braga e direção de Pedro Sá Moraes

Programações com Recursos de Acessibilidade

Pompeia

Duração: 60 minutos

12

atividade presencial

Local: Espaço Cênico

Ingressos à venda online a partir do dia 27/1, às 17h e nas bilheterias a partir do dia 28/1, às 17h

Foto: Felipe Rodrigues
Foto: Felipe Rodrigues

Aos 7 anos de idade, Moira Braga foi diagnosticada com uma doença rara — Stargardt — que a levaria à perda da visão. Trata-se de uma doença hereditária recessiva; ou seja, para desenvolvê-la, a pessoa precisa herdar do pai e da mãe cópias alteradas do mesmo gene. Embora seus pais, avós e bisavós não tenham a doença, Moira e sua irmã mais nova receberam essa herança.

A artista parte da descoberta dessa condição para explorar os vários sentidos da hereditariedade, do genético ao social, do histórico ao mítico.

Esta é a primeira criação de Moira que tematiza diretamente a deficiência, mas a principal característica de sua trajetória artística sempre foi a acessibilidade. Ao longo de sua carreira, ela vem desenvolvendo formas de utilizar, de modo criativo, as tecnologias assistivas para além de uma contrapartida, tornando os espetáculos acessíveis e também mais interessantes para o público sem deficiência.

Para assinar a direção, compor as canções originais e escrever com ela a dramaturgia, Moira convidou Pedro Sá Moraes, uma referência na interface música-teatro, reconhecido por sua abordagem à cena, que conduz movimentos, falas e intenções por um sentido musical. A direção recebeu indicação ao Prêmio Shell de Teatro em 2024. No palco, Moira é acompanhada pelas atrizes Luize Mendes Dias e Isadora Medella, e as três realizam audiodescrição e Libras em cena, de forma integrada à dramaturgia e às ações cênicas.

A direção de movimento é do bailarino e coreógrafo Edu O, que tem mais de 60 espetáculos no currículo e é o primeiro professor de dança cadeirante em uma universidade pública no Brasil. A cenografia, também indicada ao Prêmio Shell de Teatro, é assinada por Ricardo Siri, artista reconhecido por sua interface entre música e artes visuais, e é composta de objetos sonoros incomuns manipulados pela atriz em cena. A iluminação fica a cargo da premiada Ana Luzia de Simioni, e o figurino, de Vania Soares (Ms. Vee), com texturas de tramas de cordas e malhas, carrega referências às tramas do tempo e aos fios do destino.

A peça é realizada por pessoas com deficiência e tem acessibilidade integrada em todas as sessões.

FICHA TÉCNICA

Idealização – Moira Braga
Dramaturgia – Moira Braga e Pedro Sá Moraes
Direção – Pedro Sá Moraes
Elenco – Isadora Medella, Luize Mendes Dias, Moira Braga
Canções originais – Pedro Sá Moraes
Direção musical – Pedro Sá Moraes e Isadora Medella
Direção de movimento – Edu O
Cenografia – Ricardo Siri
Figurino – Vania Ms. Vee
Iluminação – Ana Luzia de Simioni
Identidade visual – Vinícius Santilli | Grambolart
Fotos – Junior Zagotto, Felipe Rodrigues, Pedro Sá Moraes, Thelma Vidales
Assessoria de imprensa – Alessandra Costa
Consultoria em Libras – Jadson Abraão
Consultoria em audiodescrição – Felipe Monteiro
Contabilidade – Davi Andrade
Direção de produção – Jordana Korich
Realização – Grande Mãe Produções, Pedro Sá Moraes Produções e Movimento Falado

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