Ibejada - Foto de Sergio Fernandes
Ibejada - Foto de Sergio Fernandes

IBEJADA

com Núcleo Ajeum

Pompeia

Duração: 45 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local:  Área de Convivência

Datas e horários

28/11 a 06/12

28/11 • Sábado • 16h30
29/11 • Domingo • 16h30
05/12 • Sábado • 11h00
06/12 • Domingo • 11h00
Ibejada - Foto de Sergio Fernandes
Ibejada - Foto de Sergio Fernandes

IBEJADA mergulha nas dualidades de Íbéjì — coragem e cautela, impulso e cuidado — para celebrar a força da irmandade. Em movimentos que oscilam entre o real e o fantástico, os intérpretes-criadores tecem uma narrativa doce e vibrante, onde a alegria se revela gesto de resistência e celebração coletiva. Um convite para rir, se emocionar e reconhecer no outro um espelho de si. Com direção de Djalma Moura e dramaturgia de Jhonny Salaberg IBEJADA mergulha nas dualidades de Íbéjì — coragem e cautela, impulso e cuidado — para celebrar a força da irmandade. Em movimentos que oscilam entre o real e o fantástico, os intérpretes-criadores tecem uma narrativa doce e vibrante, onde a alegria se revela gesto de resistência e celebração coletiva. Um convite para rir, se emocionar e reconhecer no outro um espelho de si. Com direção de Djalma Moura e dramaturgia de Jhonny Salaberg.

Ter coragem e se lançar na vida, ter cautela e cuidado com excessos. A força dupla revela um diálogo entre o impulso e a atenção, se por um lado somos convidados a desfrutar a vida com alegria na realização dos desejos, por outro lado o olhar de atenção para medir os perigos se fazem presentes. Uma experiência doce como o mel colhido de um enxame de abelhas.

São os frutos desenvolvidos por um mesmo ramo que nos convoca a ter uma vida plena, leve e próspera criando e renovando laços de irmandade. A alegria é sintoma de prazer externalizado em sorrisos, surpresas e curas, que na energia de Íbéjì ganham aqui movimentos de equilíbrio.

Um não existe sem o outro e é nesse vínculo de irmandade que as mãos se entrelaçam na pulsão de vida e transformação para uma alegria plena por uma vida toda, para uma comunidade saudável ou simplesmente para rir de si e junto ao outro.

O espetáculo IBEJADA parte da pesquisa das dualidades. O quanto cada lado cria um necessário espaço para ser uma completude como um todo. A partir das simbologias de Íbéjì os intérpretes criadores são instigados a construir narrativas que dialoguem com a ludicidade das suas próprias infâncias bem como provocar estímulos físicos, corporais, sonoros e visuais tendo uns aos outros enquanto irmãosinseparáveis.

O pensamento da direção e concepção de Djalma Moura que traz sua assinatura coreográfica para o trabalho, reinventa uma movimentação que flerta entre a concretude do diálogo do gesto e o fantasioso de um mundo inventado, onde os intérpretes são imagem e reflexo do outro.

O exercício de irmandade perpassa por toda a obra como um desafio a ser lembrado, se questionando a todo momento formas de estar e chegar junto ao seu “irmão” em cada travessia coreográfica.

A dramaturgia de Jhonny Salaberg estreita essa relação entre o que é real e a reinvenção espiralar da narrativa entendendo a travessia como um rio, uma floresta, um espaço cênico a ser desvendado reinventando imaginário em diálogo com o conceito de realismo fantástico. Realidade e fantasia em colisão, causando uma espécie de delírio e transe nos intérpretes-criadores.

Bruno Garcia Onifade traz como orientação de pesquisa as simbologias dinâmicas de Íbéjì. Divindade essa que brinca, gargalha, impulsiona, cura, ameaça e avisa o que está por vir, nesse sentido a obra IBEJADA se debruça nas possibilidades em romper com os pactos inadequados coma vida e encontrar o brilho no olhar pelas surpresas dos caminhos em estar vivo em comunidade.

Djalma Moura sugere uma ponte entre as artes plásticas em parceria com o cenógrafo Christopher Silva inventando um espaço ritual com a paisagem do trabalho.

Ficha Técnica:
Direção, Concepção e Coreografia: Djalma Moura
Interpretes-Criadores: Aysha Nascimento, Djalma Moura,
Erico Santos e Victor Almeida
Intérprete-Criador Convidado: Thalys Felipe
Assistente de Direção: Aysha Nascimento
Dramaturgia: Jhonny Salaberg
Orientação de Pesquisa: Bruno Garcia Onifadé
Vivências de Corpo e Voz: Cibele Mateus, Djalma Moura e
Klecio Miranda
Cenografia: Christopher Silva e Djalma Moura
Cenotécnico: Christopher Silva
Iluminação: Juliana Jesus
Figurino: Marcos di Ferreira
Pintura figurinos: Taynã Azevedo
Costureira: Euli Bueno
Confecção de Peruca: Max Ferraz
Assistente de Produção: Kaike Rodrigues
Produção Geral: Dafne Nascimento

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