Foto: divulgação
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Imersão Batuque de Umbigada

com integrantes do grupo de Batuque de Umbigada de Piracicaba

Consolação

Duração: 210 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Convivência – Térreo

Gratuito - Sem retirada de ingresso

Data e horário

De 25/04/2026 a 25/04/2026

25/04 • Sábado • 14h00
Foto: divulgação
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Batuqueiros de Piracicaba realizam conversa sobre as origens e características da manifestação, na sequência o grupo realiza uma vivência em que o público poderá experienciar a música, o toque e a dança do batuque.

De acordo com a maior parte dos pesquisadores, o batuque de umbigada conhecido também como Tambu ou Caiumba é essencialmente originário do macro-grupo étnicolinguístico bantu oriundo da África Central, principalmente das regiões da atual Angola e Congo. Este grupo foi trazido em grande quantidade para o Brasil desde o início do processo de escravização.

O Batuque de Umbigada é uma manifestação que acontece no oeste paulista, existente ainda nos municípios de Piracicaba, Tietê, Capivari e Rio Claro, embora tenha sido frequente e amplamente praticado em várias outras cidades da região. É preservado, também, em alguns pontos da cidade de São Paulo e Barueri, devido a presença de pessoas da região do oeste paulista que migraram para a capital levando consigo a tradição da Caiumba.

O termo Caiumba era o mais conhecido entre os membros mais antigos do grupo e traz o sentido de “encontro celebrativo ancestral”, o que revela aspectos muito interessantes de uma percepção de mundo de base africana bantu. A denominação “Tambu” é bastante conhecida dos batuqueiros e se refere ao tambor maior utilizado na prática.

Já o termo batuque de umbigada tem origem com os folcloristas e demais pesquisadores externos ao grupo que ao observarem as práticas negras envolvendo tambores as agruparam como batuques.

A palavra umbigada, neste caso, trouxe a identificação de uma parte da dança em que se tocam os umbigos entre a energia feminina e masculina como celebração da vida e a menção à primeira casa e a primeira boca, o ventre materno e o cordão umbilical que também se refere ao elo com a ancestralidade.

Na palma no Pé e no Toque é um projeto do Sesc Consolação dedicado a difusão de saberes e fazeres das comunidades de cultura popular que mantêm tradições em música, dança e dramatização.

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